segunda-feira, 5 de junho de 2017

A FOTO E TAMBÉM TODO ENFOQUE SOBRE AQUELES DERROTADOS PELOS ISRAELENSES EM 1967 NÃO É SOBRE REFUGIADOS PALESTINOS. OS PALESTINOS DO MANDATO BRITÂNICO ERAM TANTO JUDEUS COMO ÁRABES ATÉ 1948. ÁRABES DE NAÇÕES OUTRAS ATACARAM OS JUDEUS USANDO ÁRABES LOCAIS CONTRA OS MESMOS. APÓS O CONFRONTO, OS ÁRABES LOCAIS FORAM DESPREZADOS E MANIPULADOS PELOS DE NAÇÕES VIZINHAS PARA SE TORNAREM A PROMESSA LOCAL DE ANIQUILAÇÃO DO POVO JUDEU. AQUELES DE ATITUDE MAIS CORRETA INTEGRARAM A NAÇÃO ISRAELENSE E COLHEM BENEFÍCIOS ESPECÍFICOS DESSA ESCOLHA. TENTOU-SE DE NOVO EM 1958 E EM 1967 AS NAÇÕES ÁRABES TERIAM EXTERMINADO JUDEUS, ISRAELENSES, ÁRABES E PALESTINOS SE NÃO FOSSEM DETIDOS POR UM ISRAEL AINDA SEM APOIO RUSSO OU AMERICANO, MAL ARMADO E BEM HOSTILIZADO. ESSA É A REALIDADE DO POVO JUDEU: SOBREVIVER OU SER PULVERIZADO, MASSACRADO. NÃO HAVERIA PLANOS PARA NENHUMA OCUPAÇÃO POIS OS ÁRABES, INGLESES, FRANCESES E OUTROS É QUE ESTAVAM OCUPANDO MARGINALMENTE NOSSA TERRA NOSSO LAR NOSSA IDENTIDADE NOSSO LUGAR. ISSO SIRVA DE AVISO A TODOS EM TODA PARTE: O MESMO ISRAEL DE DAVID E SHELOMOH É NOSSA RESPONSABILIDADE ENQUANTO HOUVER VIDA HUMANA NA TERRA E NADA NO PLANETA MUDARÁ OU AFETARÁ ISSO POIS ASSIM O TETRAGRAMATON ESTABELECEU E SOMENTE ASSIM SERÁ.


A FOTO E TAMBÉM TODO ENFOQUE SOBRE AQUELES DERROTADOS PELOS ISRAELENSES EM 1967 NÃO É SOBRE REFUGIADOS PALESTINOS. OS PALESTINOS DO MANDATO BRITÂNICO ERAM TANTO JUDEUS COMO ÁRABES ATÉ 1948. ÁRABES DE NAÇÕES OUTRAS ATACARAM OS JUDEUS USANDO ÁRABES LOCAIS CONTRA OS MESMOS. APÓS O CONFRONTO, OS ÁRABES LOCAIS FORAM DESPREZADOS E MANIPULADOS PELOS DE NAÇÕES VIZINHAS PARA SE TORNAREM A PROMESSA LOCAL DE ANIQUILAÇÃO DO POVO JUDEU. AQUELES DE ATITUDE MAIS CORRETA INTEGRARAM A NAÇÃO ISRAELENSE E COLHEM BENEFÍCIOS ESPECÍFICOS DESSA ESCOLHA. TENTOU-SE DE NOVO EM 1958 E EM 1967 AS NAÇÕES ÁRABES TERIAM EXTERMINADO JUDEUS, ISRAELENSES, ÁRABES E PALESTINOS SE NÃO FOSSEM DETIDOS POR UM ISRAEL AINDA SEM APOIO RUSSO OU AMERICANO, MAL ARMADO E BEM HOSTILIZADO. ESSA É A REALIDADE DO POVO JUDEU: SOBREVIVER OU SER PULVERIZADO, MASSACRADO. NÃO HAVERIA PLANOS PARA NENHUMA OCUPAÇÃO POIS OS ÁRABES, INGLESES, FRANCESES E OUTROS É QUE ESTAVAM OCUPANDO MARGINALMENTE NOSSA TERRA NOSSO LAR NOSSA IDENTIDADE NOSSO LUGAR. ISSO SIRVA DE AVISO A TODOS EM TODA PARTE: O MESMO ISRAEL DE DAVID E SHELOMOH É NOSSA RESPONSABILIDADE ENQUANTO HOUVER VIDA HUMANA NA TERRA E NADA NO PLANETA MUDARÁ OU AFETARÁ ISSO POIS ASSIM O TETRAGRAMATON ESTABELECEU E SOMENTE ASSIM SERÁ. 

Israel não tinha planos claros para territórios ocupados na Guerra dos Seis Dias
Revelação é de documentos divulgados durante comemoração dos 50 anos do confronto

POR ISABELLA CARDOSO
05/06/2017 4:30 / atualizado 05/06/2017 10:13

Refugiados palestinos levam seus bens em travessia de ponte destruída sobre o rio Jordão, em território ocupado pelos israelenses na Jordânia - AP

PUBLICIDADE

RIO — Quando Israel comemora os 50 anos da Guerra dos Seis Dias, diversos documentos que mostram decisões e impasses do governo de Israel em relação ao futuro da Cisjordânia e outros territórios ocupados são revelados. O Akevot, um instituto de direitos humanos israelense, dedicou os últimos dois anos a analisar e publicar em seu site milhares de textos oficiais — alguns até então confidenciais — sobre o que aconteceu logo após o conflito. Seu estudo ajuda a explicar as políticas adotadas e as consequências presentes até hoje.

Há cinco décadas, Israel entrava em guerra com o Egito, a Síria e a Jordânia, mudando o mapa do Oriente Médio e provocando uma reviravolta na História da região. O Exército de Israel, em seis dias, tomou quase 6 mil quilômetros quadrados da Cisjordânia, de Jerusalém Oriental e de mais de 20 aldeias no leste da cidade. As forças governamentais israelenses também conquistaram as Colinas de Golã da Síria, e o Monte Sinai e a Faixa de Gaza do Egito.

Veja também
Seis dias que moldaram o Oriente Médio
LISTAOs personagens do atual xadrez Israel-Palestina
LISTAOs personagens da Guerra dos Seis Dias
FOTOGALERIACinquenta anos de conflitos territoriais entre Israel e seus vizinhos

Entretanto, as autoridades israelenses encontraram-se em um impasse para decidir o que fazer com a região e os 660 mil palestinos que lá moravam, mostram os documentos — 99% dos quais, segundo o instituto, não estavam acessíveis ao público. Lior Yavne, diretor do Akevot, afirma que, ao analisar os textos, percebe-se que o governo não tinha um plano claro para os territórios ocupados:

PUBLICIDADE

— Tirando a região de Jerusalém Oriental, Israel não sabia o que fazer com os outros territórios, como a Cisjordânia ou a Faixa de Gaza.

LEIA MAIS: A CRIAÇÃO DE ISRAEL, EM 1947, E AS GUERRAS

Israel anexou Jerusalém Oriental, algo que nunca foi reconhecido pela comunidade internacional, que a considera um território ocupado. Em relação à Cisjordânia, o país tinha na mesa uma gama com sete opções discutidas para os territórios, entre elas o estabelecimento de um Estado palestino independente e desmilitarizado, a anexação de toda a área a Israel ou a devolução de parte à Jordânia. Os documentos relatam ainda a necessidade de “um movimento rápido” e apresentam o caso da anexação ao país como o mais favorável, apesar de seus “perigos inerentes”. Uma das opções era um plano para estabelecer um Estado palestino apenas quando houvesse um acordo de paz entre Israel e as nações árabes.

— Vemos que todas as opções que discutimos nos últimos 50 anos já haviam sido cogitadas logo após a ocupação. Isso é muito revelador sobre a atitude do governo — afirmou o diretor do instituto. — Mesmo depois de tanto tempo, ainda não foi encontrada uma forma de superar o problema.

MAIS DE 270 MIL PÁGINAS DIVULGADAS

Para Yavne, os documentos trazem à tona os impasses em encontrar uma solução sobre a região — um deles discute a escolha do nome que seria dado à Cisjordânia — e jogam luz sobre as políticas de ocupação israelenses até os dias de hoje. Ele afirma que existem cerca de 79 mil textos sobre o conflito e, principalmente, sobre a ocupação. O instituto Akevot, após longa pesquisa, divulgou há alguns dias 270 mil páginas de encontros, cartas e relatórios de comitês governamentais escritos por autoridades que eram responsáveis pelos territórios ocupados. O instituto já conseguiu reunir dez anos de documentos, que, de acordo com Yavne, são importantes para quem deseja estudar e entender o pós-conflito no Oriente Médio.

— Temos uma ocupação em andamento e a contínua violência entre os israelenses e os palestinos. Muitas informações que encontramos mostram uma história um pouco secreta, que dá mais detalhes sobre os assentamentos e as políticas empregadas em Jerusalém. Elas estavam escondidas, não acessíveis ao público para pesquisas ou às vítimas de violações de direitos humanos — diz.

Segundo Yavne, os documentos divulgados ajudam a entender as regras, decisões e reações por trás da política que norteia as ocupações até os dias de hoje:

PUBLICIDADE

— Podemos usá-los nas situações que emergiram do conflito e ainda ecoam. Eles permitem a cada pessoa interessada no tema vislumbrar as considerações por trás das decisões do governo israelense e a formulação de suas políticas. Muitas delas, que os defensores dos direitos humanos combatem nos dias de hoje, na verdade, têm raízes já nos primeiros dias após o conflito.

O instituto planeja usar todas as informações para o seu propósito principal: a defesa dos direitos humanos. Yavne ressalta o quanto foi difícil conseguir reunir as informações:

— Trabalhamos para remover a barreira. Estamos pegando as informações e usando-as para o propósito que tentamos promover: os direitos humanos no conflito.

Leia mais: https://oglobo.globo.com/mundo/israel-nao-tinha-planos-claros-para-territorios-ocupados-na-guerra-dos-seis-dias-21435897#ixzz4jAmz59nq
stest