sábado, 30 de abril de 2016

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quinta-feira, 28 de abril de 2016

E assim Israel rejeita maia um pláno francês antissemita e pró terrorista.


ISRAEL REJEITA "PLANO DE PAZ" FRANCÊS
ShalomemSHALOM ISRAEL - Há 4 horas

O governo de Jerusalém rejeitou à partida o plano de paz entre judeus e palestinianos proposto pela França e que teria o seu "arranque" com uma conferência a realizar no próximo mês de Maio. A resposta israelita a esta proposta francesa é que o único caminho para resolver o conflito que dura desde há décadas passa pelas conversações directas. *"Israel adere à posição de que a melhor forma de acabar com o conflito entre Israel e os palestinianos são as negociações directas e bilaterais"* - informou o gabinete do primeiro-ministro israelita. *"Israel está pronto para começar imediatame...mais »

O Mito da Minoria Radical Muçulmana
Oliveira da FigueiraemAmigo de Israel - Há um dia

*"Refugiados sírios" (viúvas e órfãos, como é patente) retribuindo a hospitalidade europeia.* *Os "refugiados sírios" vêm de todo o lado menos da Síria. São homens, são jovens, não vão para os países islâmicos (nem estes os recebem!). Vergada à ditadura do politicamente correcto (quem disse a VERDADE sobre o Islão está tramado!), intoxicada pela propaganda mediática, a Europa cava a sua sepultura.* *Portugal recebeu até agora 195 "refugiados sírios", e nem um era sírio! ** * * - mas o Governo tem esperanças de receber mais, sosseguem!...* *«A "minoria radical" muçulmana te...mais »

Jetro ou Yitro vive na memória Drusa e estes em Israel

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Israel recorre a minoria contra Hizbullah



DIOGO BERCITO
ENVIADO ESPECIAL A NABI SHUAIB
14/10/2013 03h15

Kasem Bader cofia o bigode. Vestido com uma espécie de calça de cavalo baixo e um chapéu cônico, ele recebe a reportagem da Folha no santuário montanhoso de Nabi Shuaib e insiste na importância da penugem -"o bigode nos faz homens", diz.
Editoria de Arte/Folhapress


Bader é um líder entre os misteriosos drusos, um grupo étnico-religioso que se esconde em vilarejos na região que hoje toma o norte de Israel e o sul de Líbano e Síria.


Nabi Shuaib é o local mais sagrado para esta fé, surgida no Egito, no século 11, a partir do islamismo. "É como Jerusalém para os judeus e Meca para os muçulmanos", diz Bader. Drusos creem historicamente que Jetro, o sogro de Moisés, está enterrado ali.

Enquanto serve uma receita drusa de café, curto e inesperadamente azedo, Bader volta a cofiar o bigode. É o que lhe faz homem, repete.

Assim como a lealdade ao Estado, uma das características desse povo. Os drusos são lembrados em Israel como grupo étnico de excepcional participação no Exército. Na população masculina drusa, a taxa de alistamento é de 82%. Entre homens judeus, é de 74,6%, diz o governo.

"A honra do druso vem da terra e da religião", afirma Bader. "Somos leais ao governo. Se for preciso, nós lutamos contra irmãos drusos para defender o Estado", diz.

O combate também faz parte da cultura drusa, para além da retórica. O batalhão israelense de Cherev, formado por drusos, foi o primeiro a entrar no Líbano na guerra de 2006 -e o último a sair. Treinados para lutar no terreno libanês, seus soldados são a ponta de lança do Exército contra os militantes xiitas do Hizbullah.

A Folha acompanhou uma marcha do batalhão de Cherev entre vilarejos drusos. Eles caminharam das 5h às 15h, como parte do treinamento. Camponeses os receberam com pétalas de rosa e quibe frito temperado com ervas.

"Somos patriotas", diz o soldado Wisam Zayin. "Crescemos nesta terra e conhecemos essas árvores mais do que conhecemos o deserto. Quando estamos na fronteira e olhamos para trás, vemos nossas próprias casas."

Zayin nota que a relação familiar entre drusos é estreita. "Os judeus terminam o serviço militar e vão viajar ao redor do mundo. Depois, moram sozinhos. Nós ficamos com nossos pais a vida toda."

Segundo o capitão Walid Tarif, "os drusos vivem em regiões onde foram historicamente perseguidos". "Somos eficientes em duas coisas, agricultura e defesa. Respeitamos quem nos respeita."

SEGREDO

Há hoje mais de 125 mil drusos em Israel, 700 mil na Síria e 250 mil no Líbano. Esse povo foi separado, na era moderna, pelas fronteiras e pelas guerras. "Hoje, Nabi Shuaib está aberto apenas aos drusos israelenses", lamenta Bader, o do bigode. "As famílias só vão se reencontrar quando houver paz."

A religião drusa não é missionária e não permite conversões. Para ser druso, é preciso nascer de pai e mãe vindos desse grupo. Suas escrituras não são divulgadas.

Bader descreve as tradições visíveis dos drusos, como roupas confortáveis "para andar a cavalo" e as cores que simbolizam a religião. Mas se recusa, sorrindo, a explicar em que os drusos acreditam ou seus rituais. "É segredo", diz. Por quê? "As razões para o segredo são secretas."
Joel Silva/ Folhapress 
Soldados de batalhão do Exército de Israel tipicamente druso são recebidos com flores na vila drusa de Pkiin, no norte de Israel




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Folha de S.Paulo 2016

quarta-feira, 27 de abril de 2016

CUIDADO COM A DESINFORMAÇÃO


"Maurício Júnior

Empreendedor independente em Polishop

CUIDADO COM A DESINFORMAÇÃO!!
Sites cristãos estão publicando, em tom alarmista, que voltaram os sacrifícios animais entre judeus. NÃO É VERDADE!!
Existe, em Israel, uma organização chamada "Instituto do Templo", Mekhon hamikdash, em hebraico. Esse pessoal está reconstruindo os utensílios do Templo e formando cohanim (sacerdotes) para um eventual retorno do Templo de Jerusalém. Lembrando que a área do que seria o Templo está sob controle palestino. Muitos judeus são até presos por tentar ir orar lá.
O instituto do Templo realizou um sacrifício de Páscoa SIMBÓLICO, não válido, no Monte das Oliveiras, para fins EDUCACIONAIS. Eis o link do vídeo. Qualquer um que entenda inglês pode conferir: https://youtu.be/5kgbRusmqjs
Pegaram o link e estão compartilhando dizendo que "Jesus está voltando", porque "os judeus cegos estão oferecendo sacrifícios"!!! Que barbaridade!
É hora também de esclarecer o seguinte: o judaísmo NÃO DEFENDE A OBRIGATORIEDADE DE SACRIFÍCIOS DE SANGUE para perdão de pecados! Quem defende isso é exatamente o cristianismo. O judaísmo está há um tempinho de dois mil anos sem sacrifícios e vai muito bem, obrigado, com orações, jejuns e ações de caridade.
Além disso, os sacrifícios da páscoa devem ser feitos por pessoas adestradas, de forma que o animal sofra a menor dor possível, e a carne não é jogada no lixo, e sim comida pelas famílias, e não serve para "perdoar pecados".
Se você, assim como eu, odeia desinformação, repasse essa nota de esclarecimento pra quem quer que compartilhe essa notícia tendenciosa e alarmista!

Descurtir · Responder · Marcar como spam · 1 · 25 de abril de 2016 18:52


Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah

Corretor em Corretor De Imóveis

Excelente Maurício Júnior!
Ei "amigos, companheiros de Bíblia", ninguém deu atenção declarada a este comentário útil do Maurício? Só serve alarmismo e profetismo pretensioso? Se analisem. Sem a performance hebraica judaica suas Bíblias não podem perdurar nem com 300.000 nano bibliotecas. Quem quiser conhecimento que busque.

Curtir · Responder · Excluir · Agora mesmo


Dulce Bianchi"




22 de abril de 2016
Judeus voltam a fazer sacrifícios de animais após 2000 anosJarbas Aragão






O Templo judeu foi totalmente destruído pelo exército romano no ano 70. Desde então, os judeus cessaram os sacrifícios de animais. Embora a tradição continue entre os samaritanos, o sangue é derramado no monte Gerizim e não segue estritamente a tradição bíblica.

Em 2016, pela primeira vez em quase dois milênios, cordeiros de um ano foram sacrificados ao ar livre por homens que reúnem as condições de serem os novos levitas e sacerdotes.

Ainda que o Terceiro Templo não esteja de pé, os membros do Instituto do Templo conseguiram reunir cerca de 400 convidados para uma “cerimônia modelo”, no alto do Monte das Oliveiras. Entre os convidados estavam líderes políticos e religiosos, que expressaram sua esperança que as mesquitas em breve sejam removidas do alto do Monte do Templo.

O político Arieh King afirmou esperar que Jerusalém logo esteja livre do que ele chamou de “abominação”. Ao mesmo tempo, o rabino Yisrael Ariel, um dos líderes do Instituto do Templo explica que o evento foi uma “preparação” para quando o monte Moriá for “limpo e consagrado” e o templo, reconstruído.

A cerimônia realizada na segunda (18) seguiu vários rituais antigos prescritos pela lei da Torá e judeus, incluindo o abate de um cordeiro pelos sacerdotes Cohanim (descendentes de Arão), a aspersão do sangue, a queima de gorduras e outras partes do cordeiro em um altar. Tudo ao som de trombetas de prata sopradas pelos levitas. O local do abate cerimonial foi a yeshiva Beit Orot, de onde se pode ver todo o Monte do Templo.

Segundo o calendário judaico, que é lunar e segue os tempos estabelecidos por Deus no Antigo Testamento, a Páscoa (Festa de Pêssach) começa ao pôr do sol desta sexta, 22 de abril e vai até o anoitecer de sábado, dia 30.

O rabino Ariel, que leu passagens do Talmude relativos ao Monte do Templo explicou que trata-se de mais um ensaio para que, quando as cerimônias forem retomadas no novo Templo, esteja tudo pronto.

Os organizadores do evento dizem que desejavam oferecer uma autêntica experiência judaica “com os cheiros, sons e cores que foram perdidos para nós nestes 2000 anos”. O objetivo final era “despertar no povo um desejo de renovar este ritual do Templo em nossos dias”.

Sacerdotes do Instituto do Templo.

O rabino Shmuel Eliyahu, importante líder judeu, salientou que “todos os judeus praticantes, vem rezando por isso três vezes ao dia durante os últimos 2.000 anos”. Ele estava feliz por ver as orações cantadas com acompanhamento musical após o abate do animal, enquanto os Cohanim usavam as peças cerimoniais que já estão prontas para serem utilizadas em breve no Templo.

Renovando a esperança

Esta é a segunda demonstração de como funcionam os sacrifícios feita este ano. No início de março, três membros do Sinédrio abriram as comemorações da chegada de mês bíblico de Adar, acompanhado de uma reconstituição do serviço do Templo.

Essa verdadeira aula de Antigo Testamento visa mais que lembrar um costume. Mostra o quanto ospreparativos para o novo Templo são reais. Ao exibir tudo em público, ele também ajuda a acostumar os moradores de Jerusalém com a ideia de já existir uma nova classe sacerdotal.

Nos últimos anos, outros gruposjudeus ortodoxos realizaram sacrifícios em frente ao Monte do Templo, em Jerusalém, tentando seguir o ritual descrito nos Livros de Moisés, mas não tão detalhadamente quanto o Instituto do Templo. Eles chamam isso de “ensaio profético”.

Para evitar conflitos com os muçulmanos, o governo de Israel não tem estimulado a prática e já prendeu ativistas que tentavam fazê-lo. Com informações de Israel National News eJerusalém Post



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Todos usavam roupas feitas conforme as especificações bíblicas

Debate sobre peças dura séculos








QUEM MAIS, IEHOUAH ELOHIM TSEVA'OT, TEM USADO NO PLANETA TERRA EM FAVOR DE JUDEUS E HUMANOS PRIVADOS DO DIREITO DE EXISTIR, SENÃO ISRAEL E SEUS AMIGOS SIONISTAS MUNDIAIS? COM SÉCULOS ARMAS E RIQUEZAS QUAL TEM SIDO O COMPORTAMENTO DO ISLÃ E MESMO DO CRISTIANISMO MUNDIAL PREVALECENTE? SE UM FAZ O MAL E O OUTRO CONSENTE QUAL É A DIFERENÇA? COMO SER SOLIDÁRIO HOJE COM O ISLAMISMO E O SOCIAL COMUNISMO QUANDO ESTES SÃO USADOS POR MONSTROS PLANETÁRIOS? PREVALEÇA SIÃO!











As operações que resgataram milhares de judeus de países muçulmanos



Meninas judias trazidas do Iémen para Israel são cumprimentadas por um familiar em Beersheba

| REUTERS/Baz Ratner



Em segredo, na sua maioria, desde os anos 1940 e com a ajuda dos EUA, o seu principal aliado, Israel fez várias operações para pôr a salvo judeus em países muçulmanos. O Iémen foi o último caso

"Talvez um dia façamos um filme. Estou a falar de uma operação secreta num ambiente hostil. Não é fácil transportar pessoas facilmente reconhecíveis como judeus", disse Yigal Palmor. Foi assim que o porta-voz da Agência Judaica (AJ) justificou, no passado dia 21 de março, o secretismo que envolveu a chegada a Israel de 19 judeus iemenitas.

Salman Dahari, o rabino da comunidade, estava entre os recém-chegados. Transportava os rolos da Torah que, disse, "passaram de pai para filho" na sua família e terão entre 500 e 600 anos de existência. Com a partida deste grupo, a comunidade judaica no Iémen, com cerca de dois mil anos, fica reduzida a umas meras 50 pessoas que quiseram ficar naquele país muçulmano, que vive em guerra há um ano.

Tapete Mágico

A chegada destes 19 judeus fecha um ciclo: foi do Iémen que partiu a primeira grande emigração judaica para Israel, de junho de 1949 a setembro de 1950, na "Operação Tapete Mágico" ou "Operação nas Asas das Águias".

Apresentada por Israel como absoluto sucesso e pela crítica como "fracasso que penalizou centenas de judeus iemenitas", a operação resgatou 49 mil judeus, dos 55 mil que viviam no Iémen e oito mil na colónia britânica de Aden. O seu transporte, de Aden até Israel, implicou 380 voos de aviões norte-americanos e britânicos.

Esther Meir-Giltzenstein, no livro O Êxodo dos Judeus Iemenitas, revela que eles "chegavam doentes e esfomeados ao campo de trânsito [sem condições] na cidade portuária de Aden, após caminharem centenas de quilómetros". Um total de 850 perderam a vida. E as mortes, em especial de crianças, continuaram em Israel por "incompetência no planeamento, apatia e abandono". "Por questões sanitárias", conta, as crianças eram retiradas aos pais; muitas morreram ou foram dadas como mortas e adotadas por casais sem filhos o que levou, depois, ao "caso das crianças iemenitas".

Ali Babá

Entre 1950 e 1952, Israel apostou na "redenção" dos judeus do Iraque, comunidade que se crê descendente de deportados da Judeia por Nabucodonosor em 586 a.C. Na década de 1940, contava com 135 mil pessoas, muitas delas foram perseguidas pelos muçulmanos após o Plano de Partilha das Nações Unidas em 1947 (divisão da Palestina em dois estados, judaico e árabe) e a criação de Israel.

É nesta conjuntura que Israel, criado com a intenção de ser um lar judaico, realiza a "Operação Ezra e Nehemiah" ou "Operação Ali Baba". Fá-lo em segredo, via Irão, porque o Iraque proibia a emigração judaica. Em 1950, Bagdad dá um ano aos judeus para saírem desde que renunciem à cidadania. Israel não perde tempo: os voos fazem-se via Chipre até 1951, depois são diretos. E quando a operação acaba em 1952, o Iraque tem só seis mil judeus.

Virgens sírias

A "ascensão" (à Terra Prometida), uma das traduções para aliyah, também ocorreu a partir da Síria. Em novembro de 1971, um comando da Mossad (serviços secretos externos israelitas) chegou à capital síria, Damasco. Tinha como missão resgatar jovens judias que não conseguiram fugir para Israel e, numa comunidade envelhecida, era difícil arranjar marido.

Algumas fugiram pelo Líbano; outras foram apanhadas, torturadas e mortas pela polícia de Hafez al-Assad (pai do atual presidente sírio Bashar al-Assad).

A notícia desta violência levou a primeira-ministra israelita da altura Golda Meir a decidir que o resgate das jovens seria feito por israelitas. Uma tarefa que agentes secretos consideraram menor, segundo o livro Mossad de Michael Bar-Zohar e Nissim Mishal, porque a Mossad "não é uma agência matrimonial"... Com a ajuda da Esquadrilha 13 da Marinha israelita, a "Operação Cobertor" acaba em abril de 1973 e fez sair da Síria 120 jovens judias.

Rainha do Sabá

"Se os israelitas tivessem ficado calados mais um mês, teria sido possível salvar todos os judeus da Etiópia", desabafou um responsável em Washington. Este desabafo, ou o ter ficado impressionado com a Operação Moisés, levou o então vice-presidente norte-americano George H.W. Bush (que depois seria presidente dos Estados Unidos entre 1989 e 1993) a agir.

Semanas após a gafe de Shimon Peres (primeiro-ministro de Israel entre 1977 e 1996), os Estados Unidos lançaram a Operação Rainha do Sabá: sete Hércules da Força Aérea aterraram no Sudão e agentes secretos da CIA que iam a bordo ajudaram ao resgate das cinco centenas de judeus etíopes que transportaram para a base militar israelita no deserto do Negev.

Operação Salomão

Este foi o resgate mais dramático de milhares de judeus da Etiópia, em plena guerra civil. Em maio de 1991, o governo etíope de Mengistu Haile Mariam estava à beira do colapso e fez um acordo de última hora com Israel por intermédio dos Estados Unidos: Israel pagaria 33 milhões de dólares pela saída dos judeus e os norte-americanos garantiam asilo político a responsáveis do governo de Adis Abeba. Um acordo de tréguas limitadas foi feito com os rebeldes que cercavam a capital.

Em 34 horas, 14 400 judeus "voaram" para Israel em aviões da companhia nacional israelita El Al e da Força Aérea do país. Bateu-se o recorde: um boeing 747 da El Al descolou de Adis Abeba com 1087 judeus a bordo; ao chegar a Israel levava 1088. Um bebé nasceu durante o voo.


segunda-feira, 25 de abril de 2016

Espetacular Nação e Povo de Israel. Abencoada, maravilhosa e surpreendente Israel.


VÍDEO: Bênção Sacerdotal de Páscoa em Jerusalém
Oliveira da Figueira em Amigo de Israel - Há 6 horas

*A energia espiritual era palpável, com dezenas de milhar de judeus reunidos no Muro das Lamentações para a cerimónia de Birkat Cohanim (Bênção sacerdotal) que ocorre na Páscoa.* Olhando ao redor, havia judeus de todos os tipos - diferentes cores de pele, diferentes cores de *kippot**, diferentes países de origem - mostrando uma nação verdadeiramente unida. * *Kippot *é o plural de *kippah*, aquele *"chapelinho"* que os judeus usam. As forças de segurança foram mobilizados em toda a Jerusalém e, em particular, na Cidade Velha, para evitar ataques terroristas durante este grand... mais »

ASTRONAUTA DA NASA "FASCINADO" COM A VISTA DE ISRAEL A PARTIR DO ESPAÇO
Shalom em SHALOM ISRAEL - Há 8 horas

Poucos dias antes da Páscoa judaica, o astronauta da NASA Jeff Williams descarregou uma fascinante foto de Israel a partir da "estação espacial internacional" e decidiu partilhar os seus sentimentos sobre isso com o mundo inteiro. *"Temos finalmente um Domingo (nenhum veículo de carga espacial neste fim de semana!) com algum tempo pessoal para apreciar a vista a partir da janela"* - escreveu Jeff na sua página do *facebook.* *"De cada vez que passamos por cima* (de Israel) *tenho ficado fascinado com esta vista, tomando em consideração que ela contém a grande maioria da História bí... mais »

Parabéns irmãos árabes! Parabéns Kuwait! Sigam a Liderança de Iehouah Elohim Tseva'ot; aclamem o Sionismo na virtude e benção que este é e banam de suas vidas a influência aterrorizadora do Islã. Recusem a criação de um estado terrorista palestino e convidem Israel para se expandir sobre as terras desoladas. Sejam com Israel sejam pelo bem-estar mundial a curto e longo prazo. Parabéns!




Tolerar a intolerância é COBARDIA - Ayaan Hirsi Ali

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Kuwait exorta os Estados árabes e muçulmanos a reconhecerem Israel imediatamente




Num verdadeiro sinal de mudança no mundo árabe, a personalidade dos media do Kuwait, Yousuf 'Abd Al-Karim Al-Zankawi, apelou a todos os Estados árabes e muçulmanos para que reconheçam Israel, abertamente e sem demora, e parem de chamar-lhe "a entidade sionista" ou "a ocupação israelita", termos que minam a legitimidade de Israel.

Num artigo publicado no diário kuwaitiano Al-Siyassa no sábado, Yousufargumentou que, sentado-se ao lado de Israel nas Nações Unidas, esses Estados já reconheceram de facto o Estado judeu, e que devem aprender com países como o Qatar e Omã, que têm uma abordagem pragmática sobre Israel e mantêmabertamente vínculos com o país.


Al-Zankawi (à direita) escreve que a grande maioria do mundo apoia a existência de Israel e que os países árabes começaram a mover-se nessa direcção e devem concluir o processo.


"A presença dos Estados árabes e islâmicos na Assembleia Geral da ONU, sob o mesmo tecto que a delegação israelita, significa que reconhecem Israel. Caso contrário, qual é o significado da sua presença [lá], ao lado de Israel, que eles não reconhecem? Todos esses Estados árabes e islâmicos que não reconhecem Israel, se tiverem coragem, que declarem perante os membros da Assembleia Geral da ONU, ou numa sessão do Conselho de Segurança [da ONU], que não reconhecem Israel", desafiou Al-Zinkawi no jornal Al-Siyassa, de acordo com uma tradução feita pelo Middle East Media Research Institute (MEMRI).

"O Qatar e o Sultanato de Omã lidam com a realidade de Israel de forma pragmática, e reconhecem que é um facto consumado que não podemos ignorar. Apesar de dificuldades ocasionais, esses países árabes mantêm relações bilaterais em diversos domínios com Israel. Essas relações existem aberta e directamente."


Um proeminente teólogo eclérigo muçulmano do Qatar, que mantém visões radicais anti-semitas, disse que Israel transformou uma terra deserta e negligenciada num"oásis".

Yusuf al-Qaradawi é uma das autoridades modernas mais reconhecidas no Islão.Manifestou apoio aosextremistas da Irmandade Muçulmana no Egipto e foi impedido de entrar vários Estados europeus.

Neste vídeo, al-Qaradawilamenta a falta de ética de trabalho na sociedade árabe e no final elogia Israel por ter transformado um deserto árido num Estado florescente:

"Se o próprio Estado palestino - por meio da Autoridade Palestina (AP), que é considerada como o representante legítimo dos palestinos , consolidou os seus laços com Israel, porque é que alguns países árabes e muçulmanos têm uma abordagem mais intransigente do que os palestinos?" - pergunta. 

"Os países que estabeleceram laços com Israel entenderam a realidade como ela era e tomaram medidas activas para lidar com ela. O primeiro e mais importante deles é o Qatar, que acolheu recentemente um torneio de voleibol de praia, no qual Israel participou, há alguns dias. Se, por décadas, temos vindo a manter laços indirectos com Israel, por meio de empresas israelitas que operam sob as bandeiras de outros países - e a maioria das empresas e empresários árabes e islâmicos estão conscientes desta realidade ridícula - porque é que continuamos a manter esta política de farsa, e até quando?".



Ao contrário do Alcorão do Islão, que manda os muçulmanos submeterem todo o planeta ao controle literal pelo Islão, a Torá judaica promete aos filhos de Israel uma cota modesta e razoável de terra.Israel está a encarnado no mapa acima. O Mundo Islâmico é 660 vezes maior. Uma Palestina árabe jamais existiu:
Mudança dramática no MédioOriente 

Desde a Primavera Árabe e ao longo da última meia década, a postura dos países árabes no sentido de manterem relações com Israel mudou dramaticamente, com um número crescente de teóricos e de políticos árabes a apoiarem publicamente as relações abertas e plenas com o Estado judeu.



"Num artigo intitulado “Israel não é nosso inimigo”, publicado no jornal oficial kuwaitiano Al-Anba, o jornalista Saleh Al-Shayeji insta os países árabes a abandonarem “a ilusão da nação [árabe] unificada” e garantirem os seus próprios interesses individuais. Eles devem parar de ver Israel como um inimigo, simplesmente por causa do conflito com os "palestinos". Ele perguntou porque é que o Kuwait considera Israel, que nunca o invadiu ou combateu, como um inimigo, e vê o Iraque – que o invadiu e ocupou – como um aliado e um Estado irmão" -ECOANDO A VOZ DOS MÁRTIRES.



Em Janeiro, o Director-Geral do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel, Dore Gold, revelou que Israel mantém relações secretas com quase todos os países árabes.

Gold disse que Israel mantém contactos com "quase todos os Estados árabes, desde que, em seguida (por exigência desses Estados) os contactos não apareçam na primeira página dos jornais diários", e disse que existe "a vontade no mundo árabe de que se mantenham laços escondidos com Israel", denominando essa vontade como uma "mudança dramática". 




"A Arábia Saudita reconhece que Israel é um aliado e não um inimigo, por causa das duas ameaças principais que enfrenta: o Irão e o Daesh (Estado Islâmico)", disseNetanyahu durante uma entrevista com Fareed Zakaria, da CNN, em Davos, na Suíça."Quem pode ajudar-nos?" - perguntam."Obviamente, Israel e os Estados árabes sunitas não estão em lados opostos", disse o primeiro-ministro.
Em Fevereiro, o primeiro-ministroBenjamin Netanyahu apelou a uma mudança nos países que mantêm laços com Israel, para que passem a expressá-los publicamente, acrescentando que Israel está a enfrentar uma mudança dramática e positiva nos seus laços com vários países, e principalmente com o mundo árabe do Médio Oriente.

"Os maiores países árabes estão a mudar o seu ponto de vista acerca de Israel . Eles já não vêem Israel como inimigo, eles vêem Israel como seu aliado, especialmente na batalha contra o Islão militante", disse.

Por: Max Gelber, UNITED WITH ISRAEL. 12 Abril 2016.

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domingo, 24 de abril de 2016

ISLÃ E NAZISMO SEMPRE FORAM ALIADOS. SEMPRE ALIMENTAM JUDEUS E AS SOCIEDADES JUDAICAS CRISTÃS COMO INIMIGO COMUM E SÃO ABERRAÇÕES NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE


Oliveira da FigueiraemAmigo de Israel - Há uma hora
*Quem diria que na Europa se voltaria a gritar pelo Nazismo! Muçulmanos, extrema-esquerda e nazis estão de novo unidos contra Democracia!* *Sob a capa de uma manifestação "palestinianista", muçulmanos na Alemanha gritam: "MORTE AOS JUDEUS!", "ADOLF HITLER!" e "ALLAH AKBAR!". * *Diante da Polícia, fazem a saudação nazi, com toda a impunidade: * *Se fossem cidadãos alemães ou quaisquer outros não-muçulmanos, seriam imediatamente detidos. Mas os agentes não se atrevem a dar voz de prisão a muçulmanos, por receio de que estes se desforrem nas famílias, e por receio de serem punidos ... mais »

Oliveira da FigueiraemAmigo de Israel - Há 9 horas
*A Frente Nacional criou um grupo informal dirigido aos eleitores judeus, para "desafiar a ditadura de representação e a difamação contínua contra o CRIF*".* ** Conselho Representativo das Instituições Judaicas de França.* *O pai é nazi, mas a filha não o será obrigatoriamente.* *Há bastante tempo que Marine Le Pen pretende apresentar a Frente Nacional como um baluarte aos judeus franceses, na luta contra o "fundamentalismo islâmico". Os judeus franceses "devem lutar ao lado daqueles que foram claros sobre o perigo do fundamentalismo e oferecem soluções reais", disse a Presi... mais »

Oliveira da FigueiraemAmigo de Israel - Há um dia
*Marcha festiva em Belém em apoio do terrorista de Jerusalém. A mãe do terrorista que se fez explodir, celebra também!* *Depois de Gaza, Belém, acolheu uma multidão em delírio, festejando o ataque terrorista em Jerusalém, que causou 21 feridos.* *A mãe do terrorista morto, no meio da multidão, distribui doces: * *Celebrações do ataque terrorista em Gaza (VÍDEO)* *Jerusalém - Bomba em autocarro provoca 21 feridos (VÍDEO)* *Bomba no autocarro: Gaza celebra, Imprensa... também!* *Viver para o Mal: o terrorista Abd al-Hamid Abu Srur, de 19 anos, foi aclamado pela família, pelo... mais »

Oliveira da FigueiraemAmigo de Israel - Há um dia
*O primeiro-ministro Charles Michel confirmou que houve muitas manifestações de apoio de muçulmanos aos ataques de Bruxelas.* *"O Conselho de Segurança Nacional relatou manifestações de apoio aos ataques em diferentes partes do país. **É um facto"*, confirmou no domingo *Cauderlier Frederick*, porta-voz do primeiro-ministro *Charles Michel*, citado pelo *La Libre *e pelo *DH* , em resposta às observações do Ministro do Interior, *Jan Jambon*, publicadas no sábado no jornal flamengo *De **Standaard*. (...) *Agora repare como o Primeiro-Ministro da Bélgica leva um puxão de orelhas... mais »

sábado, 23 de abril de 2016

FELICIDADE E REALIZAÇÃO EM YEHOWAH IEHOUAH ELOHIM TSEVA'OT SEJA CONTIGO. SEJA LIVRE, LIBERTE E FAÇA LIBERDADE.





FELICIDADE E REALIZAÇÃO EM YEHOWAH IEHOUAH ELOHIM TSEVA'OT
SEJA CONTIGO, COMIGO, CONOSCO NESTA PESSACH E SEMPRE
VIDA LONGA E PRÓSPERA A TI ISRAEL, AOS SIONISTAS E VOSSOS AMIGOS
AM ISRAEL CHAI
VIVA POVO DE ISRAEL!



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Data da postagem: 20 de out de 2013

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