terça-feira, 30 de setembro de 2014

יהוה Yehowah El'shadai - יהוה Iehouah Todo-poderoso - יהוה Iehouah O Elohim Das Montanhas




IEHOUAH E SIONISTAS INTERNACIONAIS JUNTO DE POVOS EQUILIBRADOS DO MUNDO SE MOVAM PARA EXTERMINAR O ESTADO ISLÂMICO E EDUQUEM O MUNDO PARA LIBERTA-LO DE ANTISSEMITAS E ANTIAMERICANISTAS QUE SE ESQUECEM DE QUE SÃO FEITOS

http://shalom-israel-shalom.blogspot.com.br/2014/09/menina-adolescente-que-escapou-do-isis.html?m=1


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sexta-feira, Setembro 26, 2014
MENINA ADOLESCENTE QUE ESCAPOU DO ISIS TESTEMUNHA DE VIOLAÇÕES E CONVERSÕES FORÇADAS AO ISLAMISMO PELOS MILITANTES ISLÂMICOS
Uma menina denominada "Aria" (nome fictício) num campo de refugiados no Iraque e que conseguiu escapar dos militantes do ISIS descreveu algumas das atrocidades que estão sendo cometidas pelo grupo terrorista, incluindo a conversão forçada ao islamismo e a violação de jovens mulheres pelos líderes do ISIS.
"Em Mosul, eles tentaram forçar-nos a mudar de fé e de religião" - revelou a menina de 15 anos a quem foi dado o nome fictício de "Aria" à repórter da CNN no campo de refugiados Khanke no noroeste do Iraque. "Eles disseram-nos: 'Leiam o nosso Corão.' Algumas das moças contestaram: 'Nós nunca fomos à escola - não sabemos ler.' Eu não poderia compreender o Corão."
Aria foi raptada há mais de seis semanas atrás quando a sua família estava tentando fugir de carro da sua casa em Sinjar, sabendo que os militantes do ISIS se estavam aproximando. Daí a pouco, foram cercados por um comboio de veículos carregando as bandeiras negras do grupo terrorista, e a adolescente foi levada cativa.
"Eles obrigaram-nos a sair do carro" - testemunhou Aria, continuando: "As meninas e as mulheres foram separadas dos homens, incluindo o meu irmão de 19 anos. Mas eles só levaram as meninas, obrigando-nos a entrar numa mini-van."
As mulheres foram então levadas para Mosul, onde o ISIS tem criado uma forte presença, e levadas para uma casa onde ficaram fechadas com outras adolescentes que também tinham sido raptadas.
Aria testemunhou que as moças ficaram ali durante mais de 3 semanas, sob condições horríveis, e que um sheik veio ali buscar 20 meninas, incluindo a sua cunhada com 14 anos.
"Ele forçou-a. Fiquei muito assustada. Muitas das minhas amigas foram violadas. É duro falar acerca disso" - confessou a menina.
"A toda a hora estou vendo as caras deles" - prosseguiu Aria - "Tenho pesadelos. Não posso deixar de pensar em como é que eles forçaram aquelas meninas. Vi e passei por muito."

DECAPITAÇÕES DE CRIANÇAS
O grupo ISIS, que tem estado activo no Iraque e na Síria, tem sido acusado de decapitar crianças e de levar a cabo violações em massa na região.
"Eles estão sistematicamente a decapitar crianças, mães e pais. O mundo nunca viu um mal como este nesta geração. Há até um parque em Mosul onde eles têm decapitado crianças e enfiado as suas cabeças em paus" - afirmou numa entrevista anterior Mark Arabo, porta-voz nacional para os cristãos iraquianos.
E acrescentou: "Eles guardam-nas no parque. Isto são crimes contra a humanidade. O mundo inteiro deveria juntar-se. Isto é muito mais amplo do que uma comunidade ou um credo. Estes são crimes contra a humanidade e eles estão a fazer as coisas mais horrendas e mais chocantes que se possa imaginar" - explicou. 
Outras vítimas que têm conseguido escapar ao grupo terrorista, incluindo um rapaz de 13 anos identificado como Mohammed, têm também confirmado que o ISIS está a doutrinar os rapazes com a sua ideologia em acampamentos infantis, onde os militantes levam a cabo decapitações, apedrejamentos e crucificações. 

FUGA
Aria e uma amiga conseguiram fugir após terem telefonado a um tio dela que conhecia pessoas dispostas a ajudar. As meninas cobriram a cabeça com os véus e correram pela porta da casa onde estavam sendo sequestradas, e os amigos do tio da amiga de Aria conseguiram levá-la em segurança para uma casa em Fallujah.
Quando se juntou à família, Aria ficou a saber que o seu irmão tinha sido assassinado.
"Isso entristeceu-me muito. Eu só tinha aquele irmão. Ele só tinha casado há seis meses. Fiquei tão triste com a notícia. Eles mataram-no e a outros homens quando me sequestraram. Eles mataram-no com um tiro na cabeça. A minha mãe dormiu toda a noite ao lado do corpo do filho."
Aria confessou ainda ser perseguida pela culpa ao saber que os membros do ISIS haviam violado as outras meninas na casa quando souberam que Aria e a amiga tinham escapado. 
"Eles violaram-nas por nós termos escapado. Foi esse o castigo. Eles aumentaram a segurança para mais ninguém conseguir fugir. Tenho de viver com isso" - lamentou Aria.

É este o terrorismo islâmico que os EUA, a França e uma coligação internacional (incluindo países árabes) estão a tentar combater.
É esse mesmo tipo de terrorismo que Israel tem vindo a combater, quando tenta defender as suas populações civis dos ataques terroristas do Hamas, da Jihad Islâmica e seus pares.
Mas isso o mundo não quer entender...

Shalom, Israel!

Shalom à(s) 9/26/2014
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2 comentários:
Anónimo27 Setembro, 2014
Jamais vi tamanha barbaridade.De toda dor e sofrimento, o Senhor quando vier, lhes enxugará toda a lágrima e lhe darão uma vida eterna cheia de paz e do Amor do Pai.

Fabiana

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antonio30 Setembro, 2014
A culpa é sempre dos governos norte-americanos! George Bush tirou do poder o ditador iraquiano, destruiu quase completamente seu exército e acabou dando força a esses grupos de radicais islâmicos, que perseguem cristãos e outras minorias. O mesmo está Obama a conseguir na Síria, ao tentar derrubar o ditador sírio... Obama deve admitir seu erro e, de alguma forma, deixar Assad recuperar ou aumentar a força de seu exército, para que ele possa derrotar esses fanáticos, principalmente esse grupo ISIS. Ou deverá Obama levar tropas para a região. Não conseguirá deter esses monstros apenas com aviões a jogar bombas aqui ou ali....

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segunda-feira, Setembro 29, 2014
PALESTINIANOS REVELAM A VERDADE SOBRE GAZA

"O Hamas queria-nos massacrados, para assim ganhar a guerra nos media contra Israel, mostrando na TV as nossas crianças mortas e receber depois dinheiro do Qatar" - T, ex-oficial de um ministro do Hamas.
Esta é uma das muitas confidências e confissões feitas por palestinianos moradores na Faixa de Gaza, revelando a verdade há muito conhecida por muitos mas teimosa e maldosamente ocultada pelos meios de comunicação social, para já não falar dos políticos palestinianos, incluindo o próprio Abbas.

"Se por qualquer razão o Hamas não gostar de ti, tudo o que eles farão é dizer que és um agente da Mossad e matar-te." - A, membro da Fatah em Gaza.
"Eles disparavam rockets e depois fugiam, deixando-nos à mercê das bombas israelitas, por causa daquilo que eles fizeram" - D, jornalista em Gaza.
"O Hamas impôs um recolher obrigatório. Se alguém andasse nas ruas era morto. Dessa forma, as pessoas eram obrigadas a ficar nas suas casas, mesmo que estivessem em vias de ser bombardeadas. O Hamas reteve toda a população de Gaza como um enorme escudo humano" - K, estudante.
"O exército israelita permite que entrem suprimentos e o Hamas rouba-os. Parece até que os israelitas cuidam mais de nós do que o Hamas" - E, voluntário de primeiros-socorros.
"Estamos sob ocupação do Hamas e se perguntar à maioria, preferíamos estar sob a ocupação israelita...Temos saudades dos dias em que podíamos trabalhar dentro de Israel e ganhar bastante dinheiro. Falta-nos a segurança e a calma que Israel providenciava quando estava aqui" - S, graduado de uma universidade norte-americana, ex-simpatizante do Hamas.

Estas citações foram recolhidas por Mudar Zarhan, escritor e activista palestiniano-jordano no Instituto "Gatestone Institute", que fez uso dos seus contactos na "Margem Ocidental" para assegurar entrevistas secretas com amigos e familiares na Faixa de Gaza. Todos os entrevistados falaram sob anonimato devido ao compreensível medo que, se as suas identidades fossem reveladas, enfrentariam a execução pelo impiedoso regime do Hamas.

Aquilo que estas entrevistas demonstram mais uma vez é que a maioria das mortes atribuídas a Israel durante o conflito foram de facto causadas directa ou indirectamente pelo Hamas.
Alguns opositores ao regime - na maioria membros da Fatah - foram abatidos como "espiões israelitas", por "encorajarem os outros." Um deles - Ayman Taha - era um líder sénior do Hamas assassinado pelos seus próprios pares, mas, segundo a imprensa do Hamas, supostamente "martirizado" pelos bombardeamentos aéreos israelitas.
Outros há que foram mortos quando se manifestavam nas ruas contra o Hamas.

De acordo com o testemunho de D, um lojista:
"Houve duas principais manifestações de protesto contra o Hamas durante a terceira semana da guerra. Quando os operacionais do Hamas abriram fogo contra os protestantes na área de Beit Hanoun e em Shijaiya, cinco foram imediatamente mortos. Vi-o com os meus próprios olhos. Muitos ficaram feridos. Um médico do hospital de Shifa contou-me que em ambos os protestos foram mortas 35 pessoas. Ele viu os seus corpos na morgue."
Muitas mais mortes foram provocadas pela recusa do Hamas em permitir que os habitantes de Gaza se abrigassem dos ataques israelitas.

S, médico, relatou o seguinte a Zarhan:
"Antes dos ataques, o exército israelita envia avisos ao povo (de Gaza) para evacuarem os edifícios. Os israelitas telefonam ou enviam mensagens escritas. Por vezes chegam a telefonar várias vezes para se assegurarem de que todos foram evacuados. A política estrita do Hamas era de impedir que evacuássemos os prédios. Muitas pessoas foram mortas fechadas dentro das suas próprias casas pelos militantes do Hamas. A TV oficial do Hamas, a Al-Quds, emitia avisos regulares aos moradores de Gaza para não evacuarem as suas casas. Os militantes do Hamas bloqueavam as saídas para os espaços para onde os residentes eram impelidos a ir. Na região de Shijaiya, as populações receberam avisos dos israelitas e tentaram abandonar a área, mas os militantes do Hamas bloquearam as saídas e exigiram que eles regressassem às suas casas. Algumas das pessoas não tiveram outra chance que não correr para os israelitas e pedir protecção para as suas famílias. O Hamas disparou contra algumas dessas pessoas quando estavam correndo; as restantes foram forçadas a voltar a suas casas e ser bombardeadas. Foi assim que se deu o massacre de Shijaiya. Morreram mais de 100 pessoas."

As entrevistas providenciaram uma versão dos eventos que dificilmente poderia ser mais diferente dos que foram propagados pela maioria dos media mundiais durante a operação "Margem de Protecção", em que a intervenção israelita foi apresentada como sendo "brutal, indiscriminada e quase inteiramente injustificada."
As alegações feitas por Israel de que que fez tudo quanto lhe era possível para evitar perdas civis passaram praticamente despercebidas. Tal como os esconderijos de armamento do Hamas dentro de mesquitas, os rockets disparados a partir de hospitais e a vasta rede de túneis construídos para facilitar uma planeada travessia para o lado israelita - organizada para o dia do Novo Ano judaico - através da qual os terroristas do Hamas planeavam matar ou raptar o maior número possível de israelitas.
Isto deveu-se em parte às restrições jornalísticas em Gaza. Todos os jornalistas a operar dentro do território de Gaza estavam bem conscientes de que se falhassem em tocar o seu acorde segundo a "música" do Hamas, seriam imediatamente expulsos - ou algo ainda pior...
Mas esta propensão foi basicamente ideológica. Muitas das organizações mediáticas que reportaram desde Gaza - desde a BBC e do Channel 4 News ao New York Times - estavam vendidos à ideia de que os palestinianos eram as vítimas inocentes de uma reacção desproporcionada de Israel aos poucos e inofensivos mísseis atirados da fronteira por um povo oprimido e desesperado no auge do sofrimento...

E foi como resultado da gritaria política provocada pelos relatos dos media, com mães chorando e bébés mortos, que Israel - como habitualmente acontece nestas guerras bi-anuais - foi forçado a retirar-se prematuramente antes de poder proteger devidamente os seus cidadãos, e poder destruir totalmente a infra-estrutura militar do Hamas.

Shalom, Israel!

Shalom à(s) 9/29/2014
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1 comentário:

José Jesus29 Setembro, 2014
Ando há dias para traduzir este artigo. Bom trabalho!

Shalom, Israel!

José de Jesus

http://shalom-israel-shalom.blogspot.com.br/2014/09/estudo-credivel-confirma-que-metade-dos.html?m=1

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terça-feira, Setembro 30, 2014
ESTUDO CREDÍVEL CONFIRMA QUE METADE DOS MORTOS EM GAZA ERAM TERRORISTAS

Contrariando as habituais e grosseiras mentiras dos palestinianos, segundo um estudo credível da mais que respeitada agência "Meir Amit Intelligence and Terrorism Information Center" - ITIC - os dados mais recentes indicam que 49% dos "mártires" alistados pelo Ministério da Saúde palestiniano - dirigido pelo Hamas - tiveram algum tipo de ligação com os grupos terroristas islâmicos. Apenas 51% dos mortos eram comprovadamente civis. Sabe-se no entanto que muitos dos civis mortos no recente conflito foram praticamente "forçados" pelos militantes do Hamas a ficar na área dos alvos dos ataques da aviação israelita, tendo alguns sido até abatidos pelos próprios terroristas.
Essa proporção de 1 por 1 (1 terrorista morto por cada 1 civil morto) é praticamente inédita na História da guerra urbana, provando que a intervenção israelita rodeou-se dos maiores cuidados, de forma a não atingir voluntariamente as populações civis da Faixa de Gaza.
Este estudo tem feito o rastreio da identidade de todas as vítimas do conflito, tendo agora chegado a esta impressionante conclusão. A agência conseguiu até agora identificar 842 dessas vítimas, chegando aos seguintes números:
Desses 842,
- 354 eram operacionais terroristas;
- 367 eram civis não envolvidos no conflito;
- 121 continuam por identificar, desconhecendo-se por enquanto se tinham alguma ligação aos grupos terroristas islâmicos;
- dos 721 mortos que puderam ser identificados, os operacionais terroristas constituem cerca de 49%
51% eram pessoas não envolvidas no terrorismo;

Tal como é costumeiro, os media não irão corrigir as suas informações tendenciosas e descaradamente a favor do terrorismo palestiniano. São rápidos a propagar mentiras, mas indisponíveis para repôr verdades...
Como se não bastasse, e para que conste, saiba-se que o indivíduo responsável pela organização palestiniana  - PHM - que vai transmitindo os dados à comunicação social internacional e que monopolizou as informações acerca das vítimas é um bem conhecido líder terrorista do Hamas chamado dr. Ashraf Al-Qurda...
Talvez sofrendo de problemas de miopia, esta organização palestiniana não consegue diferenciar entre mortos civis e mortos terroristas...
Desde o início do conflito que Israel vem informando sobre os seus cálculos, e os mesmos não estão muito diferentes dos agora confirmados pelo "ITIC": 47% dos mortos eram terroristas.

"GENOCÍDIO": SÓ NA CABEÇA DOS MAL INFORMADOS OU MAL INTENCIONADOS
Infelizmente, e como sempre acontece nestas situações, há sempre gente por aí a espalhar mentiras na comunicação social, gente mal informada e mal intencionada, cujo único objectivo é denegrir Israel e levar a opinião pública internacional a condenar o estado judaico por todos os seus actos de legítimo defesa, acusando-o de ter praticado "genocídio" e cometido "crimes de guerra."
Foi essa aliás uma das acusações feitas pelo líder da Autoridade Palestiniana - Mahmoud Abbas - na sua recente vergonhosa intervenção nas Nações Unidas...
Como este estudo revela, os verdadeiros crimes foram cometidos pela escumalha maligna palestiniana do Hamas e seus pares, contra a sua própria população ansiosa pela libertação da opressão que aquela organização radical tem imposto sobre aquela gente de Gaza...

Outro triste e repugnante exemplo disto é a deputada portuguesa no Parlamento Europeu Marisa Matias, representando um moribundo partido - o "Bloco de Esquerda" - e que juntou há dias um punhado de anti-semitas no nada credível "tribunal Russel", para condenar Israel e apelar à UE para que anule os seus pactos comerciais com Israel, etc. Além de ridícula, esta deputada sustentada com o dinheiro dos contribuintes, ao invés de se ocupar com os interesses do país que representa - Portugal - anda a tentar colocar-se em bicos de pés numa ridícula postura anti-semita que nada mais revela que não a sua incapacidade de raciocínio, visão desequilibrada e arrogância típica da esquerdalha com a qual se identifica, e que já ultrapassou há muito o prazo de validade.
Alegando ser "democrata", não só bloqueou os contestários - eu incluído - como não permite sequer os nossos comentários.
Enfim, mais uma infeliz anti-semita roída pela inveja e mordida pelo veneno peçonhento das mentiras palestinianas...
Mas, como bem reza o ditado: "os cães ladram e a caravana passa"...
Shalom, Israel!

Shalom à(s) 9/30/2014
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sábado, Setembro 27, 2014
NO SEU DISCURSO NA ASSEMBLEIA GERAL DA ONU, O LÍDER PALESTINIANO ACUSOU ISRAEL DE "GENOCÍDIO"

Aproveitando (melhor seria dizer: abusando) do seu "tempo de antena" no pódio das Nações Unidas, o líder da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas - o mesmo indivíduo que alguns políticos (até israelitas...!) consideram ser um "parceiro credível" para as conversações de paz - veio ontem mais uma vez e de forma muito clara condenar Israel, acusando o estado judaico de "crimes de guerra" e de "genocídio"contra os palestinianos na Faixa de Gaza, adiantando que iria procurar obter uma resolução da ONU para acabar com a presença israelita nos "territórios palestinianos."
Dentre as várias afirmações que proferiu, o líder palestiniano disse que 2014 deveria ser reconhecido como o ano da solidariedade internacional para com os palestinianos, acusando por isso Israel de o ter transformado "num ano com uma nova guerra de genocídio perpetrado contra o povo palestiniano."
Só faltou um pouco para que este anti-semita promotor do terrorismo islâmico pedisse a condenação dos israelitas no tribunal internacional dos crimes de guerra...

Condenando a "destruição da Faixa de Gaza", Abbas condenou Israel de ter cometido "absolutos crimes de guerra executados diante dos olhos e dos ouvidos do mundo inteiro."
Alegando ter havido boa fé por parte dos palestinianos ao longo dos 9 meses de conversações de paz intermediadas pelos Estados Unidos, Abbas acusou no entanto Israel de "não ter perdido a oportunidade para minar as chances para se conseguir a paz."
As descaradas mentiras proferidas ontem pelo palestiniano chegaram ao ridículo de tentar defender os palestinianos como gente séria e "genuinamente respeitadora dos compromissos."
Certamente que este homem comprometido com os terroristas do Hamas, e com os quais fez uma aliança que só serviu para contradizer todas as alegadas boas intenções palestinianas, não tem qualquer vergonha na cara, muito menos respeito pela inteligência e alguns resquícios de moralidade nos seus ouvintes, ao tentar fazer passar a ideia de que quem começou a guerra foram os israelitas, quando se sabe muito bem que o estado judaico viu-se obrigado a defender as suas populações civis que estavam desde há dias a ser constantemente massacradas com os rockets disparados pelos grupos terroristas aninhados na Faixa de Gaza. Para o despudorado líder palestiniano, Israel tem que apanhar, apanhar e apanhar sempre, nada podendo fazer, pois qualquer razoável acção de defesa será logo considerada como um "genocídio" e "crime de guerra."

MENTIRAS ATRÁS DE MENTIRAS...
Mas a criatividade doentia de Abbas não ficou por aqui. Continuando a sua verborreia pública, o líder palestiniano passou ao capítulo da ficção: "Israel recusa acabar a sua ocupação do estado da Palestina desde 1967, preferindo pelo contrário a sua continuidade e entrincheiramento, rejeitando o estado palestiniano e recusando encontrar uma solução justa para o dilema dos refugiados palestinianos."
Pergunta-se que "estado da Palestina" é esse...e se algum dia existiu um estado palestiniano? O líder árabe tentou mais uma vez convencer os líderes mundiais através da mentira, da falsidade dos factos e da manipulação das emoções. O habitual. Que se pode esperar afinal daquele pró-terrorista?
E a estupidez deste homem chegou ao ponto de comparar a presente luta internacional contra o "estado islâmico" com a..."ocupação israelita do nosso país."

CONDENAÇÃO ISRAELITA AO DISCURSO DE ABBAS
Logo a seguir ao pérfido discurso do líder palestiniano, o ministro para os Negócios Estrangeiros de Israel, Avigdor Lieberman afirmou numa entrevista que o líder da Autoridade Palestiniana demonstrou que "não quer e não pode ser um parceiro para uma lógica resolução diplomática."
"Não é coincidência ele se ter juntado ao Hamas para um governo. Abbas complementa o Hamas quando trata do terrorismo diplomático e calunia Israel com acusações falsas. Enquanto se mantiver como chairman da Autoridade Palestiniana, ele irá continuar o conflito. Ele é a continuação do falecido Yasser Arafat, através de meios diferentes" - afirmou Lieberman.

CONDENAÇÃO NORTE-AMERICANA
A porta-voz do Departamento de estado dos EUA já veio entretanto condenar as afirmações de Abbas no seu discurso de ontem perante as Nações Unidas, acusando-o de "ofensivo" e de minar os esforços para a paz.
"O discurso de hoje do presidente Abbas incluiu caracterizações ofensivas que foram profundamente desapontadoras e que nós rejeitamos" - afirmou Jen Psaki.
"Tais afirmações provocatórias são contra-produtivas e minam os esforços para se criar uma atmosfera positiva e restaurar a confiança entre as partes" - acrescentou a norte-americana.

Shalom, Israel!
Shalom à(s) 9/27/2014
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4 comentários:

Anónimo27 Setembro, 2014
Esse sujeito é fiel dignatário de Satanás, não é à toa que é um mentiroso compulsivo. A final o seu pai, o diabo, é mentiroso desde o início e nunca se firmou na verdade.

Fabiana

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olga27 Setembro, 2014
Qualquer pessoa minimamente inteligente entende que se um líder como Abbas quisesse mesmo um diálogo produtivo e permanente com Israel visando a paz, não iria fazer tal discurso! Ele simplesmente está culpando Israel por aquilo que faz contra seu povo povo!
Este pode ser um sério candidato ao Nobel da paz! Tudo é possível no atual cenário mundial onde o que menos importa é a verdade!
Shalom, Israel
Olga

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Shaul Bentsion x יהוה Iehouah Elohim












SHALOM ÀS IINTELIGÊNCIAS APRECIADORAS DA EXCELÊNCIA UNIVERSAL.

SHA'UL BENTSION DISCORRE NO ESTUDO CITADO, ATÉ ESTA DATA E MOMENTO, SUAS POSIÇÕES SOBRE O TETRAGRAMATON IEHOUAH. QUE SEJA TENTANDO PREZAR A SACRALIDADE E HEGEMONIA DO MESMO COMO REFERÊNCIA AO CREADOR, OU CARACTERÍSTICA CULTURAL ESPIRITUAL HEBRAICA RECOMENDADA, SE LIMITA EM COMPROMISSO COM IEHOUAH ELOHIM AO PONTO DE SE CHOCAR COM O MESMO - POR CONSEQUÊNCIA AUTOIMPOSITIVA. 

NA PÁGINA 21 DA OBRA LINKADA ABAIXO DIZ QUE O SALMO 83 É UMA REEDIÇÃO DO SALMO 14 SUBSTITUINDO O NOME IEHOUAH PELO TÍTULO ELOHIM INDICANDO A DESCARACTERIZAÇÃO DO USO IMPOSITIVO DO TETRAGRAMATON. DESPERTEM ADORADORES DE IMAGENS MENTAIS! PAREM DE SE MINAR PELO COVARDE E INSENSÍVEL PROJETO FALSO DE RELATIVISMO:
NÃO É O SALMO 83 DO QUAL QUER FALAR E SIM O 53;
SE FOR PERDOADO O SEU TRÁGICO ERRO DE REVISÃO, NÃO HÁ OUTRA FONTE EM REDE MUNDIAL PARA CORRIGIR ESSA NA MESMA INTENSIDADE QUE OCORRE;
O SALMO 53 NÃO TEM POR ONDE SER UMA REEDIÇÃO DO 14 COM FINALIDADE DE SUPERAR, DESRECOMENDAR O MESMO OU PÔR ALTERNATIVA, QUANDO É COMUM CANÇÕES SEREM REPETIDAS EM DIFERENTES CONTEXTOS OU APLICAÇÕES DE CONTEXTOS, PRINCIPALMENTE NO UNIVERSO HEBRAISTA EM QUE ALGO ESTABELECIDO NÃO É EMPOBRECIDO POR SER DIVULGADO DE OUTRA MANEIRA SEM ABRIR MÃO DE FUNDAMENTOS ÓBVIOS. E NÃO PODE OUTRO COMPOSITOR EXPRESSAR UM ASSUNTO COM PARTICULAR VARIAÇÃO? GERARD GERTOUX É CITADO DE FORMA INCOMPETENTE, E NA REALIDADE O CORPO DO SEU TRABALHO INUTILIZA O ARTIGO PDF DE SHA'UL BENTSION, COMO É DE ROTINA NOS QUE TENTAM REFUTA-LO. OS 'NOMES TEOFÓRICOS' ANALISADOS CORRETAMENTE RESTAURAM A AMPLITUDE DAS RIQUEZAS HEBRAICAS E VIR COM O ANTIGO CHICLETE DO HEBRAICO CONSONANTAL É O MESMO QUE TENTAR APAGAR JUDEUS, BÍBLIA E HISTÓRIA DA HUMANIDADE, CONCERNENTE A UMA TRANSMISSÃO RESPONSÁVEL E CONTÍNUA DA VOCALIDADE HEBRAICA NOS SEUS MEIOS COMUNS. 
AGORA...
EXPLICA COMO VEIO TROCAR O 53 LOGO PELO 83 QUE É UM SALMO SUPERLATIVO E LITERAL DA SOBERANIA DA PESSOA E DO NOME IEHOUAH EM TODO PLANETA?

SE ARREPENDE CARA, AINDA HÁ TEMPO

www.kol-hatorah.org/pdfs/nomeyhwh.pdf

[PDF]O Nome de YHWH Por Sha'ul Bentsion I - Introdução !!!!!!!!O ...
www.kol-hatorah.org/pdfs/nomeyhwh.pdf
Por Sha'ul Bentsion ... O principal Nome utilizado no Tanakh para se referir ao Elohim de Israel é o ..... é empregado e onde YHWH não é tomado como o Tetragrama divino (Beitzel,  ...

   (PORQUE É TÃO DIFÍCIL RELIGIOSOS SE ARREPENDEREM? ASSUSTADOR...)

Pessoas assim não estão aptas a ser livres



http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/09/israel-detem-homem-suspeito-de-apoiar-estado-islamico.html

Israel detém homem suspeito de apoiar Estado Islâmico
Professor de 24 anos tinha em casa bandeira do grupo e livros sobre jihad. Na semana anterior, jovem de 23 anos foi acusado de lutar pelo EI na Síria.
29/09/2014 15h33 - Atualizado em 29/09/2014 15h33
Da France Presse
A polícia israelense deteve nesta segunda-feira (29) em uma localidade próxima a Tel Aviv um professor árabe-israelense de 24 anos suspeito de apoiar o grupo Estado Islâmico (EI), anunciou uma porta-voz policial.
A detenção do professor, que tinha uma bandeira do grupo extremista e livros sobre a jihad em casa, é a primeira confirmada oficialmente em Israel relacionada ao EI, que proclamou um califado em territórios sob seu controle na Síria e no Iraque.
O jornal israelense Haaretz havia informado na semana passada a respeito do indiciamento de outro homem de 23 anos, que teria lutado ao lado do EI na Síria.
O suspeito detido nesta segunda foi colocado em prisão provisória até, no mínimo, quarta-feira, disse Luba Samri.

יהוה Iehouah Elohim ilumine os repórteres no seu sórdido antissemitismo. Bibi disse? Fatos não tem espaço pra isso.







http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2014-09-29/premie-de-israel-compara-o-hamas-ao-estado-islamico-em-discurso-na-onu.html



Premiê de Israel compara o Hamas ao Estado Islâmico em discurso na ONU
Benjamin Netanyahu também comparou sua ofensiva em Gaza com o bombardeio liderado pelos EUA contra o grupo sunita
iG São Paulo | 29/09/2014 15:43:35

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu comparou seu recente bombardeio na Faixa de Gaza com a ação liderada pelos EUA contra militantes na Síria e Iraque, dizendo que o Hamas e o Estado Islâmico compartilham o mesmo objetivo de dominar o mundo.


Foto: AP
Benjamin Netanyahu%2C premiê de Israel%2C mostra imagem de um suposto lançador de foguetes do Hamas cercado por crianças na cúpula da ONU em NY


Dirigindo-se à Assembleia Geral da ONU nesta segunda-feira (29), Netanyahu acusou o Hamas de cometer "crimes de guerra de verdade" em Gaza usando civis palestinos como escudos humanos.

A afirmação foi uma resposta irritada ao discurso do líder palestino Mahmoud Abbas na última semana da ONU, que acusou Israel de conduzir uma "guerra de genocídio" em Gaza.

Netanyahu protestou contra os líderes mundiais que condenaram Israel por sua guerra contra o Hamas e elogiaram o presidente Barack Obama por atacar militantes do Estado Islâmico e outros extremistas na Síria e no Iraque.

Eles "evidentemente não entendem que o EI e o Hamas são ramos da mesma árvore venenosa", disse o primeiro-ministro israelense, referindo-se ao grupo Estado Islâmico por um dos seus acrônimos.

Netanyahu disse que os líderes do Hamas e do grupo sunita compartilham o mesmo objetivo de impor o islamismo militante no mundo.

"O objetivo imediato do Hamas é destruir Israel, mas eles têm um objetivo mais amplo", disse ele. "Quando se trata de seus objetivos finais, o Hamas é o EI, e o EI é o Hamas."

E voltando-se para um outro rival regional, Netanyahu disse que a preocupação do Irã sobre a propagação do terrorismo é "uma das maiores demonstrações de contradição da história."

Ele criticou os esforços das seis potências mundiais para chegar a um acordo nuclear com o Irã, dizendo que "para derrotar o EI e deixar o Irã como um potencial de energia nuclear é ganhar a batalha e perder a guerra."

Na última guerra em Gaza, Netanyahu questionou como Israel pode ser acusado de genocídio quando deu aviso prévio para os civis de Gaza antes dos ataques aos bairros. Segurando a imagem do que ele disse ser um lançador de foguetes do Hamas com crianças por perto, ele disse que o Hamas escondeu foguetes em escolas e residências, usando civis ​​como escudos humanos.

יהוה Iehouah Tseva'ot conceda aos que combatem o Estado Islâmico inspiração e intuição para manobras e superações próprias de suas Sagradas Energias



http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/09/tropas-curdas-fazem-ofensiva-contra-jihadistas-em-tres-frentes-no-iraque.html


Tropas curdas fazem ofensiva contra jihadistas em três frentes no Iraque
Operações começaram de madrugada em Mossul, Kirkuk e perto da Síria. Peshmergas são apoiados por bombardeios aéreos.
30/09/2014 06h29 - Atualizado em 30/09/2014 06h29
Da France Presse
As forças curdas iniciaram nesta terça-feira (30) na região norte do Iraque uma ofensiva em três frentes contra os jihadistas da organização Estado Islâmico (EI), anunciaram à AFP oficiais "peshmerga".
As operações, que começaram durante a madrugada, acontecem ao norte de Mossul, controlada pelos jihadistas, ao sul da localidade petroleira de Kirkuk e contra uma cidade na fronteira com a Síria.
Um comandante afirmou que os combatentes curdos (peshmergas) entraram na cidade de Rabia, na fronteira com a Síria, depois de assumir o controle de dois vilarejos, As Saudiya e Mahmudiya.
"Os soldados estão lutando no centro de Rabia", afirmou a fonte a respeito da localidade que fica 100 km ao norte de Mossul, a segunda maior cidade do Iraque.
Apoiados por bombardeios aéreos, os peshmergas também atacaram a cidade de Zumar, a 60 km de Mossul.
A fonte peshmerga, que pediu anonimato, não revelou detalhes sobre o apoio aéreo.
Os curdos assumiram o controle de Rabia e Zumar após a ofensiva de junho do EI. Mas após dois meses, os jihadistas atacaram as posições dos peshmergas, que foram obrigados a recuar.
Mais ao sul, as forças curdas assumiram o controle de vilarejos na região de Daquq que estavam sob controle do EI desde junho.
"Libertaram as localidades de Saad e Khaled, e controlam completamente a área após combates violentos", anunciou o general curdo Westa Rasul.
De acordo com o general, os combatentes enfrentaram uma intensa resistência no avanço para Al-Wahda, que fica 30 km ao sul de Kirkuk.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_09_27/ONU-de-religi-es-ter-um-futuro-2456/


Second Samuel 7 - Shemu'el Beit 7,
27 - For you, יהוה Iehouah of Armies, the Elohim of Israel, have revealed to your servant, saying, I will build you a house: therefore has your servant found in his heart to pray this prayer to you.
28 - Now, Adonai יהוה Iehouah, you are Elohim, and your words are truth, and you have promised this good thing to your servant:
29 - now therefore let it please you to bless the house of your servant, that it may continue forever before you; for you, Adonai יהוה Iehouah, have spoken it: and with your blessing let the house of your servant be blessed forever.

2 Samuel 7 - Shemu'el Beit 7,
27 - Pois tu, יהוה Iehouah Tseva'ot - יהוה Iehouah dos Exércitos, Elohim de Israel, fizeste uma revelação ao teu servo, dizendo: Edificar-te-ei uma casa. Por isso o teu servo se animou a fazer-te esta oração.
28 - Agora, pois, Adonai יהוה Iehouah, tu és Elohim, e as tuas palavras são verdade, e tens prometido a teu servo este bem.
29 - Sê, pois, agora servido de abençoar a casa do teu servo, para que subsista para sempre diante de ti; pois tu, ó Adonai יהוה Iehouah, o disseste; e com a tua bênção a casa do teu servo será, abençoada para sempre.

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Sonya Boskovich
7
27 Setembro, 13:00
A “ONU de religiões” terá futuro?

Foto: Voz da Rússia/Ekaterina Sinitsina Santoni
Foto de arquivo
No início de setembro, o ex-presidente de Israel, Shimon Peres, durante uma reunião com o Papa Francisco no Vaticano sugeriu ao pontífice encabeçar uma “ONU de religiões”. O objetivo da criação da organização é contribuir para acabar com as guerras desencadeadas por fanáticos religiosos.

O pontífice falou com o ex-líder de Israel durante 45 minutos e ouviu atentamente a sua proposta, mas não prometeu se encarregar de realizá-la.
Nos últimos quatro meses Peres já se encontrou com Francisco três vezes. Em junho, no Vaticano aconteceu um evento que já entrou na história: o encontro de oração pela paz na Terra Santa entre o Papa Francisco, o Patriarca de Constantinopla Bartolomeu I e os presidentes de Israel e da Palestina, Shimon Peres e Mahmoud Abbas.
O então presidente de Israel chamou o Papa Francisco de “construtor de pontes de fraternidade pacífica”, enfatizando a necessidade universal de cooperação em nome do estabelecimento da paz, mesmo à custa de autossacrifício e compromissos:
“É necessário buscar e alcançar esse objetivo, mesmo quando ele parece longe, para deixar a paz para nossos filhos, pois é o dever e a santa missão dos pais. Nós devemos pôr fim aos gritos, à violência e conflitos. Todos nós precisamos de paz, paz entre iguais”.
Segundo o ex-presidente de Israel, a “ONU de religiões” poderia ajudar a acabar com as guerras desencadeadas por fanáticos religiosos. Peres acha o Papa Francisco o chefe ideal da nova organização religiosa: “Nós precisamos de uma autoridade moral indiscutível que poderia dizer publicamente: não, Deus não quer e não permite isso [matar em nome de religião]!”.
O diálogo teológico entre o Islã e o Cristianismo está se desenvolvendo desde a Idade Média. Mas só a partir dos anos 50-60 do século passado ele começou a adquirir um conteúdo específico. Primeiro, o Papa João XXIII, em 1959, ordenou retirar das orações as acusações aos judeus de traição e assassinato de Jesus Cristo, e depois, em 1965, o segundo Congresso do Vaticano aprovou a declaração “Sobre a relação da Igreja com religiões não-cristãs”, a “Nostra Aetate”.
A declaração sublinha as características comuns que unem o Islã e o Cristianismo, e o monoteísmo, a crença na vida após a morte, os valores espirituais são definidos como as principais direções no diálogo inter-religioso. O primeiro resultado dessa campanha foi a criação em 1964 do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-Religioso do Vaticano. Desde então, em todo o mundo começaram a realizar-se eventos dedicados ao diálogo inter-religioso.
O Papa João Paulo II fez muito para a normalização das relações islâmico-católicas. Assim, ele pediu desculpas pelos crimes de católicos durante as Cruzadas, visitou uma mesquita em Damasco. O Vaticano estabeleceu um diálogo com o clero muçulmano e procurou evitar polêmicas públicas com figuras islâmicas, o que não se pode dizer de seu antecessor Bento XVI.
Durante o pontificado de Bento XVI houve uma mudança acentuada de curso. Em seu discurso de entronização ele se absteve de mencionar o Islã entre as principais religiões do mundo, e num discurso de 14 de maio de 2009 disse: “Mostra-me o que Maomé trouxe de novo, e lá encontrarás apenas algo mau e desumano, como sua ordem de espalhar a fé que pregava pela espada”. Estas palavras indignaram todo o mundo islâmico, mas o Papa nunca pediu desculpas.
No mundo islâmico também estão abrindo instituições que devem contribuir para o estabelecimento de relações inter-religiosas. Assim, em 2011, em Viena foi fundado o Centro Internacional para o Diálogo Inter-religioso e Intercultural do rei da Arábia Saudita Abdallah bin Abdul Aziz (KAICIID na sigla inglesa), a fim de promover o entendimento mútuo entre representantes de diferentes religiões e culturas, bem como promover ideias de justiça, paz e direitos humanos.
Entretanto, na Arábia Saudita não para a perseguição de outras religiões além da oficial. Há dias, agentes da “Comissão para a Promoção da Virtude e Prevenção do Vício” saudita detiveram 28 cristãos por rezarem juntos em casa. O que prova que a teoria e a prática deste assunto são muito diferentes.
Em geral, verifica-se que são justamente os políticos que se ocupam tanto do desenvolvimento do diálogo inter-religioso como da alimentação do fanatismo. O Islã não tem nada a ver com isso. É absolutamente absurdo considerar o terrorismo um fenômeno especificamente muçulmano. Lembremos como na segunda metade do século XIX revolucionários bombistas aterrorizavam a Rússia minando edifícios e explodindo bombas nas ruas e praças.
Na altura acreditava-se que tais horrores só podiam ser perpetrados por ateus ímpios. Um século mais tarde, o mesmo pesadelo se repetiu na Europa Ocidental, onde se desenfrearam os católicos – o Exército Republicano Irlandês e os separatistas bascos.
Tensões inter-religiosas são estimuladas por políticos artificialmente e habilmente, e contra isso não vai ajudar nenhuma “ONU de religiões”. Não é segredo que muitas organizações terroristas foram estabelecidas por agências de inteligência do Ocidente e da própria Arábia Saudita, que supostamente aspira ao diálogo inter-religioso no Vaticano.
ONU, Israel, Religião, Vaticano, política, Papa Francisco, Internacional
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Comentários
#jose 27 Setembro, 15:25
A religião é uma conivência entre o malandro que a administra, o idiota que a segue e o oportunista que tira proveito de ambos.
#darwin 27 Setembro, 16:51
Uma ONU de religiões resultará numa nova OTAN de cruzadas!
#Ademir Mizinho 27 Setembro, 17:22
ao contrário do que foi falado,o papa bento xvi na aula em ratisbona,não disse:"“Mostra-me o que Maomé trouxe de novo, e lá encontrarás apenas algo mau e desumano, como sua ordem de espalhar a fé que pregava pela espada”.citou um diálogo de manuel ll paleólogo.numa aula o professor cita,sem necessáriamente concordar ou discordar.talvez por aquilo outro que tbm citado o foi:"Tensões inter-religiosas são estimuladas por políticos artificialmente e habilmente..."
#SancionemOImpério_BoicotemosSeusProdutos 27 Setembro, 17:25
Isso é uma armadilha. a religião que os EUA impor como preferida será a que irá prevalecer à força, gostando ou não o resto do mundo... Israel = Mini-Estados Unidos
#Luis Prenda Ontem, 03:32
Acredito numa ONU das religiões, pois todos tem liberdade religiosa e respeitam a mesma divindade. Sómente o fanatismo religioso é inaceitável.
#Roberto Alcântara Ontem, 06:47
Atenção, atenção, atenção: O Decreto Dominical está chegando. Quem tem ouvido que ouça o que o Espírito diz às igrejas.
#Sacura Ontem, 07:32
È verdade , a ideia da divulgação e para ver qual vai ser a aceitação da seita da besta que conserteza ja esta prontinha para ser implantada, e nessa não cabe nenhuma religião, so o culto a besta quer o povo queira ou não, e isso vai ter a mãozinhas do governo das tresvas e sus aliados neonazistas
#Benaiah Cabral Hoje, 23:51
Interessante como o fanatismo de supostos não religiosos iguala ou supera os mesmos. Se der certo pra todos ou melhorar por todos, ótimo. Jamais serei ecumenico, mas além de não lutar contra boas iniciativas, fica melhor apoia-las,
Benaiah Cabral
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sábado, 27 de setembro de 2014

SHALOM. BEM-ESTAR E PAZ A TODOS. O VILAS RESIDENCE É LANÇADO NA MANHÃ DO SÁBADO COM LOTES DE R$39.900,00. PLANOS DE 144 MESES COM E SEM INTERMEDIÁRIA, APÓS SINAL DE 12%EM ATÉ 03 VEZES. CORRETOR CESAR CABRAL DA REMAX ACE EM ATENDIMENTO, 500 METROS APÓS O ESTAVAO NA PISTA QUE SEGUE PARA ARAÇAS


יהוה Iehouah Elohim Adonai - Registrado e Representado por Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah יהוה
Iehouah é o nome e a pronúncia do som absoluto, código sagrado da existência, Aquele e Aquilo que Causa Que Venha a Ser.
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SHALOM. BEM-ESTAR E PAZ A TODOS. O VILAS RESIDENCE É LANÇADO NA MANHÃ DO SÁBADO COM LOTES DE R$39.900,00. PLANOS DE 144 MESES COM E SEM INTERMEDIÁRIA, APÓS SINAL DE 12%EM ATÉ 03 VEZES. CORRETOR CESAR CABRAL DA REMAX ACE EM ATENDIMENTO, 500 METROS APÓS O ESTAVAO NA PISTA QUE SEGUE PARA ARAÇAS

Iehouah Elohim Adonai Tsevaot às 7:56 AM

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http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_09_26/Berlusconi-italianos-pensam-que-seja-correto-usar-bomba-at-mica-contra-mu-ulmanos-7964/

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4
Ontem, 12:54
Berlusconi: israelenses estão pensando defender-se com bomba atômica

Foto: RIA Novosti/ Serguei Guneev
O ex-primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, supõe que Israel pode estar pensando em fazer uso da bomba atômica para se defender das agressões do “Islã, que explodiu de novo”.

Segundo a mídia italiana, Berlusconi disse durante a sua intervenção na escola política do partido Forza Italia, em Sirmione: “O avanço do EIIL é uma coisa preocupante, vocês já viram as cabeças cortadas”. E acrescentou depois, comentando a situação no Oriente Médio: “Eu não posso revelar-lhes os meus interlocutores, mas posso lhes dizer com certeza que neste momento a maioria dos cidadãos israelenses está pensando que talvez seja correto defender-se com a bomba atômica”.
Ele ainda lamentou a posição moderada do Ocidente em relação a Israel, que é, segundo ele, “a única democracia no Oriente Médio”.
Neste evento, o ex-premiê italiano também defendeu a posição russa no conflito ucraniano. “A Rússia não podia abandonar os seus irmãos russos” na Crimeia e no Donbass, disse Berlusconi.
Israel, Itália, Silvio Berlusconi, Estado Islâmico, Internacional
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Comentários
#Domingos Kifuta Brogonha Ontem, 13:59
É tão bom saber que um Político como este fale com tanta verdade! Será por estar a enfrentar alguns problemas? Mas isto, tanto sobre o Israel como em relação à Rússia, é o que se deve considerar verdade.
#Bismarck Souza Ontem, 15:14
Um ponto pra você.
#aldinho Ontem, 16:22
já sou seu fã pelo menus nisso, kkkkkkkkkkkkkkkkk
#Stadler Ermilanio Aparecido Ontem, 22:27
... se ensinar uma papagaio de ladrão a falar e ensinar identificar a polícia, assim, o ladrão-instrutor sempre será avisado por seu papagaio quando houver riscos eminentes.... O pombo-correio existe e é o mesmo instrutor de papagaio... O papagaio Berlusconi, também, existe...
 
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http://www.onortao.com.br/noticias/populacao-de-israel-atinge-marca-profetica,24204.php

Publicada em 25/09/2014 às 10:45
População de Israel atinge “marca profética”
Os judeus de todo mundo comemoram o Rosh Hashaná, o Ano Novo do calendário judaico, na virada do dia 24 para 25 de setembro.
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Os judeus de todo mundo comemoram o Rosh Hashaná, o Ano Novo do calendário judaico, na virada do dia 24 para 25 de setembro. A chegada do ano 5775 traz um número considerado profético. A população de Israel chegou a 9 milhões, afirma o relatório da Autoridade da População e Imigração.
Apenas o crescimento demográfico natural não possibilitaria isso. No último ano nasceram 176.230 bebês em Israel. Somente este ano cerca de 25.000 judeus imigraram para Israel vindos de diferentes partes do mundo.
Destaque para os que imigraram da França e da Ucrânia, onde o aumento do antissemitismo e a guerra, respectivamente, contribuíram para o êxodo. Pela primeira vez, mais de seis milhões de judeus vivem no Estado de Israel desde 1948, quando ocorreu o seu “renascimento”.
Os outros três milhões são de muçulmanos e cristãos. Quase metade dos árabes-israelenses moram em comunidades próprias nos territórios palestinos (Cisjordânia e Gaza). Atualmente Nazaré é a maior cidade árabe do país. Em Jerusalém, vivem cerca de 200 mil muçulmanos, ou seja, 33% da população da cidade. A minoria cristã (2%) está espalhada por todo o país.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou que o índice populacional de Israel é uma evidência de sua vitória sobre o Holocausto e aqueles que tentaram destruir o povo judeu através dos tempos. “Pela primeira vez na história do Estado de Israel, mais de seis milhões de judeus vivem aqui. Este número tem um grande significado à luz da história do nosso povo no século anterior e no atual”, disse Netanyahu.
Para vários ministérios que estudam profecias, a migração é o cumprimento das promessas bíblicas. Em especial, citam Ezequiel 36: 24: “‘Pois eu os tirarei das nações, os ajuntarei do meio de todas as terras e os trarei de volta para a sua própria terra”. Com informações de CBN
Autor: gospelprime.com.br
Fonte: gospelprime.com.br

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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

ABBAS - UM DEUS ASSASSINO DO DEUS DE ASSASSINOS






https://br.noticias.yahoo.com/abbas-discursa-onu-acusa-israel-ter-feito-guerra-163336643.html

Abbas discursa na ONU e acusa Israel de ter feito 'guerra de genocídio' na Faixa de Gaza

AFP – 9 minutos atrás
O presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas, denunciou nesta sexta-feira, na Assembleia Geral da ONU, a "guerra de genocídio" realizada por Israel na Faixa de Gaza entre julho e agosto, que deixou 2.000 mortos palestinos e 70 do lado israelense.
"Não esqueceremos, não perdoaremos e não permitiremos que criminosos de guerra fujam da punição", afirmou Abbas em um discurso no plenário das Nações Unidas em Nova York.
Abbas disse ainda que Israel escolheu 2014 como um ano para "fazer uma nova guerra de genocídio contra o povo palestino, com uma série de crimes de guerra cometidos ante os olhos e ouvidos do mundo inteiro".
Os palestinos ameaçaram recorrer à justiça internacional para iniciar ações legais contra Israel.
Abbas também pediu o fim da ocupação israelense, dizendo que anos de negociações falharam em obter um acordo de paz.
"Já é hora de por fim à ocupação israelense", disse Abbas ainda.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Berachot, Bênçãos יהוה Iehouah para Lituânia e Povo Lituano.


SHEMÁ LITUÂNIA, OUVE LITUÂNIA:

יהוה IEHOUAH ELOHEINU, יהוה IEHOUAH NOSSO ELOHIM;
יהוה IEHOUAH BERACHÁ, יהוה IEHOUAH É TUA BENDIÇÃO...



http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_09_23/Litu-nia-autoriza-abate-ritual-do-gado-para-exportar-carne-a-Israel-1754/

23 Setembro, 19:55
Lituânia autoriza abate ritual do gado para exportar carne a Israel

Foto: Flickr.com/Sarah Macmillan/cc-by-nc-sa 3.0
Foto de arquivo
O parlamento da Lituânia aprovou a proposta governamental de legalizar o abate ritual do gado. Esta medida pode fomentar as exportações de carne proveniente desse país, que perdeu um mercado importante após a introdução das contrassanções contra a União Europeia e os EUA por parte da Rússia.

Segundo a mídia, a carne obtida após o abate ritual pode ir para Israel e os países islâmicos. Desta maneira, esses mercados irão substituir o mercado russo para a Lituânia.
O projeto de lei foi aprovado por 57 membros do parlamento lituano, com quatro votos contra e 11 abstenções. O deputado conservador e ex-ministro da Agricultura Kazys Starkevicius assegurou que matar o gado conforme o ritual na Lituânia é mais humano do que exportar os animais vivos para serem mortos conforme o ritual fora do país.

Lituânia, Israel, alimentação, Agricultura, exportações, carne, Internacional

Inspecionar Quem e Porque?




http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_09_25/Pa-ses-da-AIEA-rejeitam-resolu-o-sobre-instala-es-nucleares-israelenses-3964/

Ontem, 22:41
Países da AIEA rejeitam resolução sobre instalações nucleares israelenses

Foto: REUTERS/Amir Cohen
Os Estados-membros da AIEA rejeitaram esta quinta-feira o projeto de resolução apresentado pelas delegações de 18 países árabes conclamando Israel a aderir ao Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares e colocar suas instalações nucleares sob controle da AIEA, informou a Reuters.

O projeto de resolução teve o apoio de 45 países, 58 votaram contra. Observa-se que os Estados Unidos e seus aliados declararam que a resolução é "contraproducente".
O projeto de resolução observa que a adesão de Israel ao tratado é a principal premissa para o estabelecimento de uma zona livre de armas nucleares no Oriente Médio.
Israel é suspeito de desenvolver armas nucleares. O país não assinou o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares. Apenas uma parte de suas instalações nucleares está sob supervisão da AIEA.
Israel, programa nuclear, AIEA, TNP (Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares), Política
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Comentários
#Sergio Nau Ontem, 23:07
O negócio é todo mundo ter sua bombinha nuclear.
#Benaiah Cabral Hoje, 02:17
Israel. Como se mordesse. Menos de um por cento do mundo árabe e cheio de árabes, entre os quais muçulmanos saindo pelas orelhas, a doida da Fraternidade Muçulmana e simpatizantes tanto so Hamas, como do Estado Islâmico. Vão inspecionar suas corruptas e inúteis vidas frustradas.

Hackers: Israel também é feito de Hackers! Bem vindos ao Torneio Hackeriano.


http://portuguese.ruvr.ru/2012_11_28/ira-hackers-anti-israelenses-atacaram-servidor-da-aiea/

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28 Novembro 2012, 11:08
Hackers anti-israelenses atacaram servidor da AIEA

© Colagem: Voz da Rússia
A Agência Internacional da Energia Atômica (AIEA) reconheceu que um dos seus servidores tinha sido hackeado por um grupo de hackers anti-israelenses.

Anteriormente um grupo desconhecido que se chama Parastu – o que em persa significa “andorinha” – divulgou em seu site os dados de contato de mais de 100 peritos em energia nuclear.
O Parastu exorta que esses especialistas assinassem uma petição, exigindo realizar investigação de desenvolvimentos nucleares militares que Israel mantém em segredo.
Mundo, Ásia, Irã, Israel, hackers, segurança nuclear, energia nuclear, programa nuclear, AIEA
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Comentários
#Benaiah Cabral Hoje, 01:53
Interessante, 18 patetas manipulando a consciência de multidões árabes tentam "demonialazar" o único pato que é obrigado a fazer ataques de precisão, não usar arsenal mais potente, recuar de alvos dominados e ter que prestar contas pelo que nunca é posto como recurso imediato ou dominante! Certamente existe um vírus de ignorância gritante nessa turma e pseudo-antissionistas ocidentais
Benaiah Cabral
 

Por יהוה Iehouah Elohim יהוה Yehowah Elohim, Israel e Yisra'el: Viva Israel sobre a Liderança Plena dO Santo Libertador de Israel



http://shalom-israel-shalom.blogspot.com.br/2014/09/agricultores-israelitas-iniciam-ano.html?m=1
 ▼
quinta-feira, Setembro 25, 2014
AGRICULTORES ISRAELITAS INICIAM ANO SABÁTICO BÍBLICO "SHEMITAH"
Cumprindo o mandamento de Deus aos judeus, vários agricultores de Israel estão levando a sério o descanso da terra a cada 7 anos, conhecido como "Shemitah", ou "ano sabático", um ano em que as terras e pomares descansam sem qualquer intervenção humana.
Desde há vários meses que os agricultores se têm vindo a preparar para este ano inteiro de descanso da terra ontem iniciado, no início do Novo Ano Judaico, o "Rosh Hashana."
Um dos agricultores que decidiram levar a sério este mandamento bíblico é Rony Rozenzweig, do kibbutz Lavi, uma cooperativa comunitária religiosa próxima a Tiberíades, na região Norte da Galiléia.
"O Shemitah oferece-nos uma série de desafios que temos de enfrentar. O nosso rabino local orienta-nos acerca daquilo que temos ou não permissão para fazer" - afirmou Rozenzweig.
Entre as regras que apresentam um desafio único ao trabalho na sua comunidade estão: "Não plantar sementes, não semear erva, cuidar apenas do que já existe, não acrescentar nada de novo."

ANO SABÁTICO
O ano sabático é mencionado várias vezes na Bíblia, com a primeira referência em Êxodo 23:10-11, em que é ordenado aos israelitas: "Seis anos semearás a tua terra, e recolherás os seus frutos; porém no sétimo ano a deixarás descansar e não a cultivarás, para que os pobres do teu povo achem que comer, e do sobejo comam os animais do campo. Assim farás com a tua vinha e com o teu olival."
Segundo a Bíblia, os judeus em Israel estão proibidos de trabalhar as suas terras, incluindo plantar, podar ou segar, tampouco comprar ou vender o fruto do seu trabalho. São permitidos trabalhos de manutenção, tais como regar e fertilizar a terra, e pode-se comer tudo o que a terra produzir sem intervenção humana durante o ano.
Para acalmar as preocupações de que a comida venha a faltar, Deus disse em Levítico 25 que abençoará a terra e providenciará o suficiente durante o 6º ano para "produzir o suficiente para 3 anos."
Para o kibbutz Lavi, tal como para as outras comunidades agrícolas, o desafio tem sido como respeitar o mandato bíblico, ao mesmo tempo que suprir as necessidades alimentares. Para resolver a situação, a comunidade divide os seus campos - que produzem trigo, milho, cevada, ervilhas, e pomares com citrinos - em três categorias:
"Com alguns dos nossos campos, deixamo-los tal como estão, ou seja: um pleno ano sabático para libertar completamente a terra. Durante o ano inteiro temos campos em que não vamos tocar, segundo a lei judaica" - informou Rozenzweig.
Para o segundo lote de terras, o kibbutz tem andado a plantar trigo com intensidade durante o mês passado, antes do início do Novo Ano Judaico, de forma a "planear a terra agora, para que não façamos trabalhos proibidos durante o ano sabático."
E o agricultor concluiu depois: "Esperamos pela graça dos céus."
A terceira categoria de terras a administrar nos próximos 12 meses envolve vender temporariamente as mesmas a árabes ou permitir que não-judeus trabalhem certos terrenos, uma vez que isso é permitido na provisão.

MAIS DO QUE UM MERO DESCANSO DA TERRA
Mas o "Shemitah" significa muito mais do que apenas deixar a terra descansar.
"Como judeus religiosos, durante este ano aprendemos mais da Torá, e libertamos os agricultores para aprenderem mais acerca da nossa fé. A nossa religião diz: deixa o trabalho e trabalha no teu espírito. A nossa decisão no kibbutz é de permitir que os nossos membros desenvolvam o seu lado espiritual, e isso é também sabático" - afirmou Rozenzweig.
Questionado sobre se acha que a observância religiosa causa alguma diferença a longo prazo na saúde da terra, Rozenzweig disse: "Acreditamos que deixar a terra descansar, ajuda a terra. Se nós assim acreditarmos, é isso que vai acontecer."
Esta observância tem sido respeitada desde há gerações. O diário israelita "Haaretz" relatou que "tanto Alexandre o Grande como Júlio César concordaram em isentar os judeus de impostos durante os anos sabáticos, de forma a que eles pudessem respeitar as suas leis."

ASPECTO CARITATIVO
Há também uma perspectiva caritativa no ano sabático, uma vez que "tudo o que crescer nas terras durante o ano sabático é, pelo menos em teoria, para toda a gente, especialmente os pobres."
"Quando o Shemitah é pela primeira vez mencionado no Êxodo, a Torá diz que "a colheita é para os pobres da nossa nação, e o resto para os animais selvagens."
Segundo Deuteronómio 15:1, a cada 7 anos as dívidas também deveriam ser perdoadas, contudo os bancos em Israel não seguem esse preceito...
Segundo o Ministério da Agricultura de Israel, as culturas produzidas no Sul do deserto do Negueve podem ser consumidas, "porque esta região está situada fora das fronteiras da antiga terra de Israel, portanto isenta das restrições religiosas judaicas."

DESOBEDIÊNCIA GEROU CATIVEIRO
Segundo o relato bíblico, foi exactamente o desprezo pelo cumprimento do ano sabático - descanso da terra - por parte dos israelitas durante 490 anos que levou a que Deus os castigasse através do exílio de 70 anos na Babilónia. Portanto, o castigo de 70 anos na Babilónia implicou 1 ano de exílio por cada ano sabático não respeitado pelos judeus.
A desobediência começou logo no início do reinado de Saul - ano 
1050 a.C. - até ao início do cativeiro, no ano 606 a.C.
A desobediência paga-se caro, e a História de Israel comprova-o...
Que Deus abençoe os agricultores obedientes de Israel!
Shalom, Israel!
Shalom à(s) 9/25/2014
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