sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

CONTINUAÇÃO DA POSTAGEM ANTERIOR

...CARVÃO, PETRÓLEO E GÁS COMO PRINCIPAIS FONTES DE ENERGIA.

IEHOUAH יהוה ELOHIM ADONAI -10 BILHÕES - COMO CHEGAMOS ATÉ ESTE PONTO? BEIT...

APÓS 130 ANOS, HAVÍAMOS CHEGADO A DOIS BILHÕES . O ANO ERA 1930. SENTIA-SE O IMPACTO DE OUTRA REVOLUÇÃO - A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL. O MUNDO ESTAVA SENDO TRANSFORMADO PELA MANUFATURA, PELAS INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS, PELOS NOVOS PROCESSOS INDUSTRIAIS E PELO TRANSPORTE. A EXPANSÃO CONTÍNUA DA AGRICULTURA E A REVOLUÇÃO NA SAÚDE PÚBLICA PERMITIRAM QUE CONTINUASSEMOS A CRESCER - E RÁPIDO. PORÉM AQUI TAMBÉM HÁ MAIS UMA HISTÓRIA: O COMEÇO DO NOSSO VÍCIO LETAL EM CARVAO

IEHOUAH - BIOGRÁFICO

http://www.biografiasyvidas.com/biografia/s/scholem.htm

Iehouahיהוה Elohim Adonai - Gershom Sholem * Kabalah * Cabala Judaica * Abulafia

Gershom Scholem (Gerhard Gershom Scholem; Berlín, 1897 - Jerusalén, 1982) Filósofo y ensayista israelí, nacido en el seno de una familia profundamente arraigada en la sociedad alemana y muy alejada de la comunidad judía berlinesa. No obstante, Scholem se unió al movimiento sionista mientras cursaba estudios superiores y comenzó a profundizar en el conocimiento de la historia, la cultura y
las fuentes tradicionales judías, así como también de la lengua hebrea. Estudió filosofía y matemáticas y se doctoró en esta segunda disciplina en Berna el año 1919. Al comienzo de la década de 1920 inició sus estudios de lenguas orientales e historia de las religiones en Munich, donde se graduó con una tesis en la que tradujo y realizó un comentario a los textos cabalísticos. Este trabajo y otros varios acerca del mismo tema se convertirían unos años más tarde en una cátedra que él mismo impartiría en la Universidad hebrea de Jerusalén. Comenzó a trabajar en esta institución en 1923, primero como bibliotecario, cargo que desempeñó hasta 1927; luego, en 1925, unió a esta labor la de conferenciante. A partir de 1933 y hasta 1965, fue profesor de Cábala y mística judía. En 1960 publicó La Cábala y su simbolismo, que incluye cinco trabajos, de los cuales el último está dedicado a un análisis de una de las figuras emblemáticas de la mística judía, el "golem", un hombre creado por arte de magia, acaso en competencia con la creación divina de Adán. Este libro, en el que se aprecia un profundo conocimiento de la historia y la filosofía, despertó gran interés incluso en medios no judíos. En general, en toda su obra, analiza el judaísmo rabínico tradicional desde una óptica intelectual heterodoxa que incluye una visión crítica de pensadores modernos como Marx o Freud. En 1958 recibió el Premio Israel. En 1962 fue elegido vicepresidente y, en 1968 presidente, de la Academia israelí de Ciencias y Humanidades. Además de la obra citada, merecen destacarse de Scholem, títulos como Las grandes corrientes de la mística judía (1949), trabajo dedicado a Walter Benjamín; Los orígenes de la Cábala (1962) y La idea mesiánica en el judaísmo y otros ensayos sobre espiritualidad judía (1970).

Iehouah יהוה Elohim Adonai - Iehouah יהוה Inteligência Soberana - De Abraham Abulafia Para Guershom Sholem - Riquezas Eternas

Gershom Scholem:

Gershom Gerhard Scholem (Berlim, 5 de dezembro de 1897 - Jerusalém, 21 de fevereiro de 1982), também conhecido como Gerhard Scholem, foi um historiador, teólogo e filólogo judeu-alemão. Especialista internacional em mística judaica e conhecido como fundador do moderno estudo da cabala, foi o primeiro professor de misticismo judaico na Universidade Hebraica de Jerusalém. Sua família era de origem asquenaze. Scholem foi filiado ao movimento sionista. Teve como amigo Walter Benjamin, da Escola de Frankfurt. Este artigo sobre uma pessoa é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o. Ler noutro idioma Atualizado 10 meses atrás Wikipédia ™ Móvel Normal

Iehouah יהוה Elohim

יהוה Iehouah Elohim Adonai –יהוה Iehouah Inteligência Soberana christianbookbarn.com/.../יהוה-iehouah-4 ...יה dias atrás - יהוה IEHOUAH יהוה – יהוה Iehouah Elohim Adonai – יהוה Iehouah Inteligência Soberana ...

Iehouah יהוה Elohim Adonai (Continuação do anterior) - Comunicação com mortos, feitiços e magias Nada são ante a Plenipotência Iehouah. Devem ser anulados na Emanação da Sua Unidade, desmistificados e jamais confundidos com a Potência Cerebral-Mental tampouco com a Equilibrada Evolução do Estudo da Torah - Pensava-se que ele esqueceria? Ledo engano!

Ezequiel, 13:14 - E derrubarei a parede que rebocastes com argamassa fraca, e darei com ela por terra, de modo que seja descoberto o seu fundamento; quando ela cair, vós perecereis no meio dela; e sabereis que eu sou יהוה Iehouah. 15 - Assim cumprirei o meu furor contra a parede, e contra os que a rebocam de argamassa fraca; e vos direi: A parede já não existe, nem aqueles que a rebocaram, a saber, 16 - os profetas de Isra'el, que profetizam acerca de Yerushalaim, e vêem para ela visão de shalom, não havendo shalom, diz יהוה Iehouah Elohim. Ezequiel, 13:17 - E tu, ó filho do homem, dirige o teu rosto contra as filhas do teu povo, que profetizam de seu próprio coração; e profetiza contra elas. 18 - e dize: Assim diz יהוה Iehouah Elohim: Ai das que cosem pulseiras mágicas para todos os braços, e que fazem véus para as cabeças de pessoas de toda estatura para caçarem as almas! Porventura caçareis as almas do meu povo? e conservareis em vida almas para vosso proveito? 19 - Vós me profanastes entre o meu povo por punhados de cevada, e por pedaços de pão, matando aqueles que não haviam de morrer, e guardando vivos aqueles que não haviam de viver, mentindo ao meu povo que escuta a mentira. 20 - Portanto assim diz יהוה Iehouah Elohim: Eis aqui eu sou contra as vossas pulseiras mágicas com que vós ali caçais as almas como aves, e as arrancarei de vossos braços; e soltarei as almas, sim as almas que vós caçais como aves. 21 - Também rasgarei os vossos véus, e livrarei o meu povo das vossas mãos, e eles não estarão mais em vossas mãos para serem caçados; e sabereis que eu sou יהוה Iehouah. 22 - Visto que entristecestes o coração do justo com falsidade, não o havendo eu entristecido, e fortalecestes as mãos do ímpio, para que não se desviasse do seu mau caminho, e vivesse; 23 - portanto não tereis mais visões vãs, nem mais fareis adivinhações; mas livrarei o meu povo das vossas mãos, e sabereis que eu sou יהוה Iehouah.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Iehouah יהוה Elohim Adonai & Os Profetas dos Quais A Democracia Gosta

Ezequiel, 13:1 - E veio a mim a Palavra יהוה Iehouah, dizendo: 2 - Filho do homem, profetiza contra os profetas de Isra'el e dize a esses videntes que só profetizam o que vê o seu coração: Ouvi a Palavra Iehouah. 3 - Assim diz יהוה Iehouah Elohim: Ai dos profetas insensatos, que seguem o seu próprio espírito e coisas que não viram! 4 - Os teus profetas, ó Isra'el, têm sido como raposas nos desertos. 5 - Não subistes às brechas, nem fizestes uma cerca para a casa de Isra'el, para que permaneça firme na peleja no dia Iehouah. 6 - Viram vaidade e adivinhação mentirosa os que dizem: יהוה Iehouah diz; quando Iehouah não os enviou; e esperam que seja cumprida a palavra. 7 - Acaso não tivestes visão de vaidade, e não falastes adivinhação mentirosa, quando dissestes: יהוה Iehouah diz; sendo que eu tal não falei? 8 - Portanto assim diz יהוה Iehouah Elohim: Porque tendes falado vaidade, e visto mentiras, por isso eis que eu sou contra vós, diz יהוה Iehouah Elohim. 9 - E a minha mão será contra os profetas que vêem vaidade e que adivinham mentira; não estarão no concílio do meu povo, nem nos registros da casa de Isra'el se escreverão, nem entrarão na terra de Isra'el; e sabereis que eu sou יהוה Iehouah Elohim. 10 - Portanto, sim, porquanto desviaram o meu povo, dizendo: Paz; e não há paz; e quando se edifica uma parede, eis que a rebocam de argamassa fraca; 11 - dize aos que a rebocam de argamassa fraca que ela cairá. Sobrevirá forte chuva, grandes pedras de saraiva cairão, e um vento tempestuoso a fenderá. 12 - Ora, eis que, caindo a parede, não vos dirão: Onde está o reboco de que a rebocastes? 13 - Portanto assim diz יהוה Iehouah Elohim: fendê-la-ei no meu furor com vento tempestuoso e, na minha ira, farei cair forte chuva, e grandes pedras de saraiva, na minha indignação, para a consumir.

יהוה IEHOUAH יהוה · Abençoada sejam contribuições equilibrada como esta indicada abaixo pela Majestade Do Absoluto Iehouah Elohim Adonai - Iehouah Inteligência Soberana - Iehouah Creador Soberano - ( http://www.filhosdeefraim.com.br/tomai-cuidado-para-que-ninguem-vos-engane/ )


BNEI BEYIT EPHRAYIM

Tomai Cuidado para que Ninguém Vos Engane




Pelo Rabbi Ben Devar


É muito fácil ser enganado quando não se tem conhecimento e quando não se discerne o que realmente a Escritura diz; os próprios de quem a Escritura alertou de que tivéssemos cuidado sobre eles, são os próprios que pensam que tem as Rédeas da Verdade e porque muitos dentre o povo não têm conhecimento, são guiados e enganados por eles. Muitos dentre os que se dizem “muito certinhos,” que ainda tentam ditar as regras, são justamente aqueles de quem contra eles a Escritura alertou: “Tomai Cuidado para que ninguém vos engane.” O enganador tem o diálogo perfeito para qualquer pessoa despreparada e sem conhecimento. Muitos desses engodadores são remanescente de um tempo medieval, cujo prazer era o de manter o povo sob rigoroso controle sem lhe dar a mínima chance de escolha. Note bem! As características claras para conhecermos os lobos de ovelhas deste tempo é bem semelhante às do passado, da própria Idade Média, que deixou um legado religioso para os dias modernos. E, essas características dos modos do engodo está alertada e provada na Escritura.


Saiba e compreenda: Os lobos devoradores que não tem amor pelas almas das ovelhas são fáceis de serem identificados:

Chamam a Verdade de “Seita,” tal como fizeram os enganadores do passado, que chamaram os praticantes da Verdade de Seita, conforme verificamos em Atos 24:5;
São antissemitas, repudiam o direito profético e Escritural dado por YHWH, o Criador aos judeus e Israelitas;
Se levantam contra a manifestação e posição dos Israelitas-Messiânicos, sempre e sempre que estes Israelitas, como raça eleita e exclusiva de Elohim/D’us (I Pedro 2:9), pregam o Evangelho da Nova Aliança;
Rejeitam os Cristãos que não só manifestam o seu amor por Israel, mas estão cientes de que a salvação vem dos judeus, conforme está escrito em Yochanan/João 4:22;
São eles anti-Torah (lei), e conforme o Novo Testamento advertiu, devemos tomar cuidado com os “ANOMIAS,” como adverte o N.T. “… o mistério dos ANOMIAS (dos que são contra a Lei ou os Sem Lei) já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém (II Ts 2:7);
Eles se dizem donos e únicos detentores da verdade, tal como faziam alguns dentre os fariseus;
São INIMIGOS dos Nomes Sagrados, que talvez eles próprios conheçam, mas fazem de tudo para negá-los ao povo;
São inimigos da liberdade religiosa, pois perseguem dissimuladamente aqueles que têm o direito de ter sua religião ou seita, chegando até nominalmente a citar nome da opção religiosa das pessoas e até nomes de seus representantes, subestimando-os, e fazem isso, principalmente contra aquelas pessoas bondosas, cristãs e não cristãs que amam a Israel, e esses algozes contrariam as Escrituras, cuja Escritura aconselha que todos devem amar a nação eleita;


Muitos dentre os cristãos que reconhecem que biblicamente devem buscar o conhecimento e amar os Nomes Sagrados, estão sendo ridicularizadas e rejeitados por essas pessoas que acham que podem ser os “PROPRIETÁRIOS” da fé alheia e do “direito das pessoas quanto a poderem ter a livre escolha,” garantidos pela Escritura e pela Carta Magna do País, a Constituição;
Muitos, com persuasão, com aparência de anjos de luz, desejam que o povo fique retido nas sombras da REFORMA do já extinto Império Romano (IR), enquanto a Escritura nos aconselha a andarmos em novidade de vida, guiados pelo Ruach HaKodesh/Espírito Kadosh, e nunca com o pescoço amarrado pelas gravatas de uma persuasão possessiva. O Verdadeiro Messias nos libertou para vivermos livres e termos o direito de segui-Lo, orientados pelo Espírito e não debaixo da servidão imposta pelo jugo da má interpretação do homem.



Comentando o item 1. Tenha certeza de que estes conhecidos por “certinhos” sempre chamarão a Verdade de “SEITA,” nunca espere que a Verdade seja reconhecida como coisa boa por eles, você nunca verá isto em tempo algum. Sempre que o homem carnal, embora se dizendo muito certinho se referir à perfeita Verdade, usará de muitos ardis e de muitas críticas, eles são a reprodução idêntica dos perseguidores da Verdade no passado!


Se no passado a perfeita Verdade foi chamada de “Seita,” nitidamente, hoje, os que praticam o Verdadeiro Evangelho serão chamados de “SEITA.”



Observe e tenha cuidado, UMA DAS COISAS QUE BELIAL MAIS ODEIA É O NOME SAGRADO, se alguém lhe dirigir uma mensagem contra o NOME SAGRADO e você aceitar, tenha cuidado, você pode sofrer as penalidades do DIA DO JUÍZO por participar de tão repudiante ideia e ódio propagado pelos engodadores contra o precioso NOME do Pai, cujo NOME repousa em Seu Filho!!!!!!!!!!!!


ALERTA!

O que pode lhe acontecer se você se insurgir contra o NOME SAGRADO? Quais as consequências?
Ou, se você tem amor ao NOME SAGRADO de que você poderá ser vítima?


Não passe por cima do que diz a Escritura, mas tenha muito cuidado com enganadores!



OBSERVE E OBSERVE O QUE DIZ A ESCRITURA para no Último Dia você não dizer que o Eterno YHWH não te avisou!



FIQUE CIENTE! NO TEMPO DO PROFETA YESHAYAHU/ISAÍAS EXISTIA HOMENS CARNAIS QUE RESPIRAVAM CÓLERA CONTRA O NOME SAGRADO E ODIAVAM QUALQUER UM QUE INVOCASSE E ABRAÇASSE O NOME SAGRADO DO CRIADOR.


HOJE, ALGUNS HOMENS PERSEGUÉM E INVEJAM QUEM TEM O DIREITO DE PROFERIR O NOME SAGRADO, DO MESMO MODO COMO ACONTECIA NOS DIAS DO PROFETA ISAÍAS. SÃO ELES HOMENS QUE HOJE PRATICAVAM ESSE MESMO TIPO DE ATO REPUGNANTE.


Observe, se o que aconteceu no tempo do profeta não é a mesma coisa que está acontecendo hoje, quando vemos que homens carnais estão odiando o povo que professa o NOME SAGRADO e por conta disso, estão tentando afastá-los.


Observe bem e compreenda o que está escrito para não chorar amanhã no ´Último Dia,’ sem mais cura e sem mais chance:


ESTÁ ESCRITO! quem tiver ouvidos ouça o que diz a PALAVRA!




“Ouvi a PALAVRA DE YHWH, vós, os que a temeis: Vosso irmãos (falsos irmãos), QUE VOS ABORRECEMe que para longe vos lançam POR CAUSA DO VOSSO AMOR AO MEU NOME e que dizem: mostre YHWH A Sua Glória para que vejamos a vossa alegria, ESSES SERÃO CONFUNDIDOS. (Isaías 66:5)



Agora, já que você descobriu a VERDADE, será que você quer mesmo correr o risco de sofrer o juízo vindouro e ser CONFUNDIDO, só porque, em vez de dar ouvidos à PALAVRA, prefere dar ouvidos a falsos irmãos ou a enganadores que se acham os “proprietários da tua fé”?


Foi profetizado que o espírito do engano se levantaria sobre a terra em nossos dias; tutores espirituais com argumentos sutis e conversa muito enfeitada tem iludido milhares de pessoas, “menos uma minoria que está sempre em alerta,” de olho, e com muita vigilância sobre o que estão fazendo com crentes que entregam sua alma a esses homens.


Há quem tente enganar o povo, tentando repudiar um tal de Movimento Sagrado (se é que esse Movimento existe). Acredito que nem ele próprio sabe o que é Movimento Sagrado. Não existe nenhum tipo de Movimento Sagrado, o que de fato existe é o movimento do Ruach HaKodesh/ o Consolador alertando nos corações sobre o “fermento” da doutrina dos homens: alertando contra o repúdio ao NOME, cujo nome já estava inscrito nas Escrituras desde os primeiros instantes que ela passou a ser escrita pelos profetas Kadosh, a saber, o Seu Magnífico Nome e, como mentira tem perna curta, reproduzimos aqui o texto hebraico onde aparece o NOME SAGRADO, em vez de qualquer outro nome corrompido dado pela mente cauterizada dos homens, que apregoa uma divindade que esqueceu o seu próprio nome e cujos adeptos desta divindade nem sequer sabem se sua divindade tenha nome!


Esta sagrada expressão acima, traduzida quer dizer: “Estas são as gerações dos céus e da terra quando foram criados, no dia em que YHWH Elohim fez a terra e os céus.”


Agora, que você constatou o NOME SAGRADO nas Escrituras, RACIOCINE E NÃO DEIXE O ENGODO LHE ENGANAR! Será que é devido o atrevimento de combater o NOME SAGRADO, negando a existência do próprio NOME, substituindo-o por nomes que foram criados pela falsa pena dos escribas? Além de usar de tentativas para odiar pessoas, só porque elas usam o NOME SAGRADO, conforme a própria Escritura em Isaías 66:5 adverte contra este tipo de oposição?


Oposição ferrenha antiga contra o NOME SAGRADO


Esta perseguição contra o NOME SAGRADO não surgiu hoje, através mentes apologistas, mas vem de muito longe, infelizmente. Tal oposição ao NOME foi herdada do Calvinismo da Reforma, como diz uma fonte de seriedade:


João Calvino, exemplo de atitude vacilante, na maioria de seus livros e sermões, normalmente encorajava seus leitores a não usar o NOME DIVINO! Por exemplo, em 1555, em seu comentário sobre Deuteronômio 5:11, Calvino condenou fazer uso do NOME!!!! (Source: The Paradox of the anonymous name – In the sixteenth century)


Que vergonha não? Há motivos para ser um Calvinista reacionário, quando hoje não cabe mais tipos de opressão e quando a Constituição garante a liberdade de pensamento e de livre exercício religioso?


HaSatan (o inimigo) está se contorcendo, porque percebe que o povo não é mais sublevado como nos tempos medievais. Ele está acirrando o ódio contra o NOME nos corações de vítimas do desconhecimento, para que muitos se percam e sejam confundidos por odiarem aqueles que amam o NOME. Tenha certeza se você não está se enquadrando entre os que odeiam o NOME e odeiam a todos que o invocam; o julgamento de El Shadday (o Todo- poderoso) será sem misericórdia para você, caso você se torne inimigo do NOME SAGRADO! Não tente fazer isto com outras pessoas.


CONTRADIÇÕES E FALTA DE CONHECIMENTO DOS OPOSITORES AO NOME SAGRADO


Há alguns opositores ao NOME SAGRADO que parecem ser tendentes a copiar o que Calvino propôs, que se manifestam contra o ressurgimento do NOME SAGRADO, entre eles, um escreve no sentido de fazer crítica ferrenha contra os que buscam o ressurgimento do NOME, dizendo o seguinte:


“Veja abaixo alguns exemplos dos diferentes tipos de escrever e pronunciar os nomes sagrados: O Nome de Deus conforme dado no Antigo Testamento/ Yahwah Yahweh YHWH/ Yah Veh Yah/ Yahway/ Yaohu UlmYahvah Yahuwah Iahueh YHVH Yahuah” … e ele conclui, afirmando que os textos confiáveis são os procedentes da REFORMA, seria mesmo isto?


OS TEXTOS DA REFORMA, SÃO INCONFIÁVEIS POR TRAZER UMA TORRE DE BABEL DE NOMES SAGRADOS


Será que os opositores ao NOME não sabem que os Pais da Igreja foram uns dos primeiros a tentar recuperar o NOME SAGRADO que fora antes confiscado das Escrituras, pretendendo devolvê-lo de volta de onde fora confiscado?


Será que eles não sabem que foram tradutores cristãos que também começaram a se preocupar com o NOME SAGRADO?


Humm! Curioso a ação dos anti- NOMES SAGRADOS não? Será verdade que todos os REFORMISTAS optaram pelo pronome de tratamento “Senhor,” em suas traduções, em vez do NOME SAGRADO? Será verdade que os Reformistas não reivindicaram o NOME e nunca se preocuparam em restaurar o NOME? Abaixo veremos algum relato esclarecedor sobre isto.


A RELEVÂNCIA DOS NOMES SAGRADOS SEMPRE FOI TÓPICO DA PREOCUPAÇÃO DOS PAIS DA IGREJA E DE MUITOS ESTUDIOSOS CRISTÃOS DE SERIEDADE E DE CREDIBILIDADE.


A primeira coisa que você tem que fazer é de se conscientizar que a realidade do NOME é coisa muito séria! Aqueles que andam à solta na internet dirigindo galhofas e respirando ira contra o NOME SAGRADO, sejam quem for, se não são, estão demonstrando que são inexperientes sobre o assunto e não estão a par da História do NOME SAGRADO. Você se arriscaria em segui-los? Você se arriscaria em lhes dar ouvidos?


As Diferentes Formas do NOME SAGRADO não surgiram através de hipotético Movimento de Nome Sagrado, mas advieram da “intenção e preocupação de alguns sérios Cristãos em devolver os NOMES que foram retirados e confiscados vergonhosamente das Escrituras.


Os Pais da Igreja: Uns dos Primeiros Reivindicadores do NOME SAGRADO


É correto dizer que os PAIS DA IGREJA tinham séria preocupação em recuperar e restaurar o NOME SAGRADO, como também é honesto dizer, que apesar dessa boa atitude, ELES FALHARAM e criaram FORMAS VARIADAS DO NOME, o que resultou numa Torre de Babel de Nomes. Pelo menos, eles tinham consciência da EXISTÊNCIA DO NOME, ao contrário de alguns que se dizem apologistas contra o NOME DO CRIADOR, que dão a impressão de que o Verdadeiro Nome do Criador e de Seu Filho nunca existiram. Para começar nosso estudo, coloco a seguir as FORMAS DO NOME defendidas entre si por cada PAI DA IGREJA, provando que não foi nenhum Movimento de Nome Sagrado que criou diferentes tipos de escrever e pronunciar os nomes sagrados, como vaziamente querem noticiar:


Introdução:


Conforme o Talmud (‘Arakin 6a; Shabbat 61b), o Nome ‘Yahu’ e sua abreviação ‘Yah’ cujos Nomes eram vistos na antiguidade grafados em jarros, tempos depois, começaram a ser retirados, no sentido de proteger a SANTIDADE DO NOME. O NOME DO CRIADOR passou estritamente a ser reservado à adoração no Templo em Jerusalém. Alguns cronistas antigos passaram a usar a forma YAHWEH, cuja forma fora muito usada pelo Protestantismo. Mas alguns estudiosos das obras de Flávio Josefo começaram a citar em suas notas que sua leitura poderia ser IAUE.


Conforme registro histórico, os tradutores Cristãos, não compreendiam o sentido do TETRAGRAMA hebraico, isto é, do NOME SAGRADO na hora de fazerem a transferência do TETRAGRAMA para suas respectivas línguas, por isso, muitos, sem saída, conferiram-no como Senhor, como resultado da dúvida e incerteza que tinham sobre o NOME, em vez de usarem o NOME correto. Logo, é falso dizer que o NOME do Criador é “Senhor.” Esta incerteza, claramente, não é escondida dos leitores, quando no prefácio de uma tradução muito usada no Brasil, e isto não escondem, pois, se sabem, não usam o correto NOME DO CRIADOR, quando o seu texto expressa, conforme o prefácio: A palavra “Senhor” sempre é escrita “SENHOR,” com letras maiúsculas, QUANDO NO TEXTO ORIGINAL HEBRAICO APARECE O NOME de Deus “Javé” (Gn. 2:4). Note: eles não dizem: “o NOME do Criador é Senhor,” mas dizem “a palavra Senhor”, porque sabem perfeitamente que o NOME do Criador não é “Senhor,” em vez disso, confessam que apesar de usarem um termo “Senhor”, confessam e não escondem que acreditam ou arriscam na incerteza de que o NOME é Javé no original hebraico, impossibilitado de sê-lo, porque no hebraico não existe a letra “J” nem o som de “J”.



Ao contrário de alguns tradutores antes e pós reforma, alguns cristãos (de origem judaica) tal como Simacho (165 CE), mantiveram o TETRAGRAMA intacto escrito em hebraico no próprio texto grego. Este modo de tradução, muito antes, foi praticado pelos tradutores da SEPTUAGINTA, que conservaram o TETRAGRAMA em caracteres hebraico intactos, apesar de o texto ter sido vertido para o grego.


Tempos depois desta realidade, a SEPTUAGINTA foi alvo de muitas fraudes, confiscaram o TETRAGRAMA e substituíram-no pelo termo da histórica divindade pagã solar Kyrios (Kurios). O fato é tão verdadeiro de que houve muitas corrupções no texto da SEPTUAGINTA, que sobre isto um notável Dicionário Bíblico afirma sobre a Septuaginta: “Como Versão é muito incompleta e nos veio em estado de grande corrupção!” (Conciso Dicionário Bíblico – pág. 166 – traduzido por D. Ana e Dr. S. L. Watson – Imprensa Bíblica Brasileira, Rio de Janeiro, 1964.)


O fato é que, em todas as traduções que foram feitas a partir da Septuaginta, muitos leitores sempre ignoraram o problema da vocalização do NOME.


OS PAIS DA IGREJA TESTEMUNHARAM A EXISTÊNCIA DO TETRAGRAMA HEBRAICO E TENTARAM INSCREVÊ-LO EM SUAS TRADUÇÕES, MAS INFELIZMENTE NÃO O FIZERAM COM PRECISA FIDELIDADE!


IRINEU de Lyon acreditava que a palavra IAÔ (Iaw no grego, e Iah, no latim) queria dizer o que chamam de ‘S-nhor,’ correspondente ao primitivo hebraico (Against Heresies II:24:2).
CLEMENTE DE ALEXANDRIA, um dos ”Pais da Igreja,” escreveu em seu livro Stromateon V:34:5 que o Tetragrama era pronunciado como IAOUE ao ser escrito.
JERÔNIMO, tradutor da Vulgata Latina, outro Pai da Igreja, preferido pelos reformistas, em seu comentário sobre o Salmo 8:2, registrou: “O NOME do Senhor em Hebraico tem quarto letras, que são : Yod He Wav He, o qual é o próprio NOME de D’us, que algumas pessoas por ignorância, escrevem-no como, P I P I no grego (em vez de YHWH), cujo NOME podemos pronunciar como Yaho».


Dentre os Pais da Igreja, Jerônimo foi o que mais “se aproximou” da forma correta do NOME, embora, lamentavelmente no texto de sua tradução, o substituiu pelo termo pagão ‘Dominus.’
AUGUSTINHO DE HIPPO, outro “Pai da Igreja,” escreveu por volta de 400 CE (De consensu evangelistarum I:22). Em sua observação testifica que provavelmente confundiu o nome de Júpiter, Ioue, com um dos nomes atribuídos a D’us pelos Pais da Igreja, segundo eles: Iaô, ou talvez,Ioua.
MARTINHO LUTERO, Pai e fundador da Igreja Protestante, (1526), admitia que o NOME SAGRADO eraIehouah. Lutero escrevendo em um sermão sobre Jeremias 23:1-8, afirmou: “Este nome IEHOUAH, pertence exclusivamente ao verdadeiro D’us”. Embora em seus sermões admitisse que o nome para ele fosse IEHOUAH, Lutero publicou sua Bíblia em 1534, mas não usou o NOME, preferindo substituí-lo por Herr.
JOHANNES WESSEL, o pai espiritual de Matinho Lutero, por volta de 1480, defendia o nome como sendo IOHAUAH.
EUGENE LEDRAIN, (1879) tradutor bíblico, insistiu em usar como padrão YAHWEH, porque este nome entrava em concordância com o sentido: “Aquele que faz vir à existência.” Seja como for, YAHWEHtornou-se juntamente com Lord, um nome muito usado tanto pelos protestantes britânicos como por muitos escritores em muitas obras. Ele concluiu a sua tradução em 1899.
SEVERO DE ANTIOQUIA, um renomado cristão, usava a forma IÔA (Iwa) em uma série de comentários referente ao capítulo 8 (oito) de João.
ALBINO ALCUINI, famoso tradutor, sobre o NOME SAGRADO, afirmou que era escrito como as letras Jod He Vau Heth, e só era lido através do pronome de tratamento ‘Senhor’ porque o NOME era proibido de ser pronunciado (inefável).
YEFET BEN ELI, renomado e conceituado tradutor Karaita que traduziu a Bíblia para o árabe, em suas cópias dessa tradução (feitas por volta de 960), o NOME SAGRADO (o Tetragrama) foi vocalizado como Yahwah (ou Yahuwah), uma transcrição normal do padrão hebraico Yehwah de nossos dias (ou Yahowah, que muitos definem ter achado em alguns códices em pontuações babilônicas);






ALERTA! Os opositores ao NOME lançam críticas contra pessoas, que segundo eles usam NOMES SAGRADOS VARIADOS e dá a impressão de que esses NOMES surgiram no hipotético MOVIMENTO DO NOME SAGRADO, que dizem supostamente existir hoje.


Observe que os NOMES VARIADOS não surgiram hoje, num suposto MOVIMENTO DO NOME SAGRADO, mas surgiram da própria pena dos tradutores, a maioria Cristãos, assim como o pseudo termo de tratamento ‘Senhor,’ foi inserido na Bíblia indevidamente por iniciativa humana como substituição ao TETRAGRAMA!!!


Eis os Tradutores responsáveis pelas respectivas transliteração em séculos anteriores, sobre os Nomes que estão sendo citados atualmente pelos coibidores do NOME, como prova de que hoje nenhum MOVIMENTO DO NOME SAGRADO criou alguma coisa.


Variação do Nome




Tradutor

Ano


Yahwah

YEFET BEN ELI

(960)


Yahweh

EUGENE LEDRAIN

(1879)


YHWH e Yaho

Duas formas defendidas por JERÔNIMO (autor da Vulgata Latina)

Séc. IV


YHVH

Transliteração de Yod, Hey, Vav, Hey

Comum no Séc. XVI


Yah Veh Yah

quer dizer, YahVeh é Yah




Yahway






Yahuwah

YEFET BEN ELI

960


Yaohu Ul

Cohanul

?


Yahvah

variante dos códices babilônicos




Ioua

Justiniano

1516


Yehouah

Galatino

-



Obs.


Iahueh – a mesma forma de Yahweh, com substituição do Y por I, e do u (w) dobrado por ‘u’ curto.


YHVH forma idêntica a YHWH, onde o ‘u’ (w) sobrado é substituído pelo ‘u’ (v) curto. Tempos atrás o valor da letra ‘v’ era sonorizada como ‘u’, como em ‘Facvldade.’ Ambas as formas são semânticas.


Yahuah forma abreviada de Yahuwah, onde o ‘w’ foi suprimido. Ao logo do tempo, abreviações passaram a ser hábito de tradutores como por exemplo, Yahu, foi abreviado para Yah, como em AleluYah! proferida nas igrejas cristãs.


A conclusão é que, sobre a acusação de que alguns estão usando formas diferentes do NOME, não passam de formas já conhecidas antigamente, engendradas por tradutores bíblicos e por karaítas, cujos karaítas obtiveram formas variantes do NOME dos próprios códices babilônicos.


Uma coisa muita certa é que o NOME do Criador não é “Senhor,” mas o Seu GRANDE NOME é imutável e será sempre para “aqueles” que conhecem o Seu NOME e o invocam!


HALLELUYAHU LE-OLAM-VAED!


Baruk haba beShem YHWH ELOHIM


HALLELUYAH






Direitos reservados – 2012












criador, inimigo, nomes sagrados, seita

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Iehouah יהוה Elohim Adonai - Iehouah יהוה Inteligência Soberana - Iehouah יהוה Creador Soberano - Isaías / Yeshaiahu 66:19-24

Isaías, 66:19 - Porei entre elas um sinal, e os que dali escaparem, eu os enviarei às nações, a Társis, Pul, e Lude, povos que atiram com o arco, a Tubal e Javã, até as ilhas de mais longe, que não ouviram a minba fama, nem viram a minha glória; e eles anunciarão entre as nações a minha glória. 20 - E trarão todos os vossos irmãos, dentre todas as nações, como oblação a יהוה Iehouah; sobre cavalos, e em carros, e em liteiras, e sobre mulas, e sobre dromedários, os trarão ao meu santo monte, a Yerushalaim, diz יהוה Iehouah, como os filhos de Israel trazem as suas ofertas em vasos limpos à casa de יהוה Iehouah. 21 - E também deles tomarei alguns para sacerdotes e para levitas, יהוה Iehouah. 22 - Pois, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, durarão diante de mim, diz יהוה Iehouah, assim durará a vossa posteridade e o vosso nome. 23 - E acontecerá que desde uma lua nova até a outra, e desde um sábado até o outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz יהוה Iehouah. 24 - E sairão, e verão os cadáveres dos homens que transgrediram contra mim; porque o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará; e eles serão um horror para toda a carne.

Iehouah יהוה Elohim Adonai - Iehouah יהוה Inteligência Soberana - Iehouah יהוה Creador Soberano - James Allen - Da Pobreza Ao Poder - A Lição Do Mal - Continuação


NÃO HÁ, POIS, MEIO DE ESCAPAR DA DOR E DA AFLIÇÃO? NÃO HAVERÁ MEIOS PARA QUEBRAR OS VÍNCULOS DO MAL? UMA FELICIDADE PERMANENTE, UMA PROSPERIDADE SEGURA E UMA PAZ DURADOURA SERIAM UM SONHO LOUCO? NÃO; HÁ UM MEIO, E EU O AFIRMO COM CONTENTAMENTO, HÁ UM MEIO DE VENCER O MAL PARA SEMPRE; HÁ UM PROCESSO COM QUE SE PODE AFASTAR A DOENÇA, A POBREZA, OU QUALQUER CONDIÇÃO E CIRCUNSTÂNCIAS CONTRÁRIAS, PARA NUNCA MAIS VOLTAREM; HÁ UM REMÉDIO PELO QUAL SE PODE ASSEGURAR UMA PROSPERIDADE PERMANENTE, LIVRE DE TODO MEDO DO POSSÍVEL REGRESSO DA ADVERSIDADE; E HÁ UMA PRÁTICA, POR MEIO DA QUAL SE PODE PARTICIPAR DE UMA ININTERRUPTA E ILIMITADA PAZ E VENTURA. E O PRINCÍPIO DO CAMINHO QUE CONDUZ A ESTA GLORIOSA REALIZAÇÃO É A AQUISIÇÃO DE UMA BOA COMPREENSÃO DA NATUREZA DO MAL.

Iehouah יהוה Elohim Adonai - Iehouah יהוה Inteligência Soberana - Iehouah יהוה Creador Soberano - 10 Bilhões Beit Beit - Como chegamos a este ponto?

EM 1800 A POPULAÇÃO MUNDIAL JÁ HAVIA ALCANÇADO UM BILHÃO. UMA DAS PRINCIPAIS CAUSAS DESSE CRESCIMENTO FOI A INVENÇÃO DA AGRICULTURA. A REVOLUÇÃO AGRÍCOLA PERMITIU QUE NOS TORNÁSSEMOS ORGANIZADÍSSIMOS PRODUTORES DE ALIMENTOS, E NÃO APENAS CAÇADORES E COLETORES. ESSA EVOLUÇÃO FOI CRUCIAL PARA A RUPTURA DOS CICLOS DE FOME QUE EXISTIAM HAVIA MILHARES DE ANOS E PERMITIU QUE NOS EXPANDÍSSEMOS - E DEPRESSA. NA VERDADE, HOUVE, EM TERMOS GERAIS, QUATRO REVOLUÇÕES AGRÍCOLAS. A PRIMEIRA FOI HÁ TREZE MIL ANOS E SE CARACTERIZOU PELA DOMESTICAÇÃO DOS ANIMAIS. A SEGUNDA REVOLUÇÃO, NO SÉCULO XIII, ESTEVE LIGADA AO INÍCIO DA SELEÇÃO ARTIFICIAL DE PLANTAS E DE TIPOS DE PLANTAS. A TERCEIRA REVOLUÇÃO AGRÍCOLA - A QUE TODOS ESTUDAMOS NA ESCOLA - OCORREU ENTRE OS SÉCULOS XV E XIX. FOI UMA REVOLUÇÃO NA PRODUTIVIDADE AGRÍCOLA E, EM ESPECIAL, NA MECANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS. A QUARTA ACONTECEU ENTRE OS ANOS 1950 E AGORA. É A CHAMADA "REVOLUÇÃO VERDE". MAS HÁ TAMBÉM OUTRA HISTÓRIA: O INÍCIO DE UMA TRANSFORMAÇÃO FUNDAMENTAL CAUSADA PELOS SERES HUMANOS, RELATIVA AO USO DA TERRA.

domingo, 26 de janeiro de 2014

CONTINUAÇÃO DA POSTAGEM ANTERIOR

Por DovBer Pinson Uma introdução básica aos três tipos de Cabalá A tradução literal da palavra Cabalá é 'aquilo que é recebido". Para receber, devemos ser receptivos. Devemos nos abrir, criando um receptáculo para absorver aquilo que desejamos entender, até nos tornarmos parte da Cabalá. Abrir o ser para uma realidade mais elevada, visualizar o espírito dentro da matéria, elevar nossa consciência até o ponto em que nossa percepção da realidade é completamente mudada, e o Divino dentro de toda a Criação é revelado. Falando de forma geral, a Cabalá está dividida em três categorias: a teórica, que se preocupa basicamente com as dimensões interiores da realidade; a dos mundos espirituais, almas, anjos e coisas semelhantes, e a meditativa, na qual a meta é treinar a pessoa que está estudando para atingir estados meditativos mais elevados de consciência e talvez, até um estado de profecia através do emprego dos Nomes Divinos, permutações de letras e assim por diante. Este último tipo de Cabalá é o mágico, que se preocupa em alterar e influenciar o curso da natureza. A grande maioria dos textos mais importantes da Cabalá mágica jamais foi publicada, talvez por um bom motivo. Além de ser um assunto altamente complexo para dominar, mesmo quando dominado às vezes pode ser perigoso. R. Joseph Della Reina (1418-1472) foi um dos grandes mestres da Cabalá mágica. Conta a lenda que ele tentou utilizar seus poderes espirituais para trazer a suprema Redenção, e no processo de fracasso ficou espiritualmente ferido. Alguns dizem que cometeu suicídio, ao passo que outros afirmam que se transformou num apóstata. Outros ainda dizem simplesmente que enlouqueceu. Muitos cabalistas na geração seguinte tomaram suas ações como uma advertência contra a prática da Cabalá transcendental avançada e mágica. A partir de então, os elementos mágicos da Cabalá têm, para todos os fins e propósitos, se extinguido, e seu conhecimento completamente esquecido. Qualquer que seja o motivo, a Cabalá meditativa nunca foi uma disciplina popular. Um dos grandes proponentes da Cabalá meditativa foi Rabino Abraham Abulafia (1240-1296). A escola mística que ele dirigia estava basicamente interessada num método para atingir estados meditativos mais elevados. Ele acreditava que através do seu método de meditação, a pessoa estava apta a atingir um nível de profecia. Ele propunha usar um mantra escrito, querendo dizer que em vez do costumeiro mantra verbal ou visual, a pessoa deveria escrever uma palavra repetidamente, muitas vezes, em diversos estilos e configurações. Deveria tentar alterar a seqüência da palavra e permutar e circundar as letras da palavra em todas as maneiras possíveis: combinando e separando as letras, compondo associações completamente novas de letras, agrupando-as e depois juntando-as com outros grupos, e assim por diante. Isso era feito até a pessoa atingir um estado mais elevado de percepção. Ora, embora Abulafia fosse um escritor prolífico e autor de mais de quarenta livros durante sua vida, mesmo assim a maioria de suas obras jamais foi publicada. De fato, mesmo durante sua vida, muitos dos outros grandes cabalistas se opuseram a ele e aos seus ensinamentos. Portanto, a Cabalá, na qual a meta era atingir o estado transcendental de consciência, jamais se tornou importante embora em nível individual, havia diversos cabalistas, especialmente aqueles da Safed do século dezesseis, que incorporaram seus ensinamentos como uma maneira de atingirem estados mais elevados de percepção e consciência. O que nos resta é a dimensão teórica da Cabalá. A vasta maioria da Cabalá que foi e está sendo continuamente produzida está toda dentro do âmbito teórico. O corpo principal deste tipo de Cabalá é o sagrado livro Zohar, uma obra de ensinamentos do místico talmúdico do segundo século, Rabi Shimon bar Yochai, que foram transmitidos de geração em geração até serem publicados no final do Século Treze pelo cabalista R. Moshe de Leon. Os três estágios do desenvolvimento da Cabalá teórica É o aspecto teórico da Cabalá que tem sido desenvolvido através dos tempos em diversos estágios. Para fins práticos, a tradição deste estilo de Cabalá pode ser dividido em três estágios básicos. O primeiro é a era da publicação do Zohar, com a mística do livro e a geração seguinte que articulou estes ensinamentos. O segundo seriam os místicos do Século 16 que viveram na cidade de Safed. Este período específico da história é mencionado como a grande Renascença Cabalista. O movimento foi guiado pelos profundos e sistemáticos ensinamentos de R. Yitschac Luria (1534-1572). Ultimamente, o terceiro desenvolvimento da Cabalá foi com o nascimento de R. Yisrael ben Eliezer (1698-1760), conhecido como Báal Shem Tov, o Mestre do Bom Nome, fundador do Movimento Chassídico, que de maneira direta ou indireta tem orientado todos os outros movimentos até os dias de hoje. Alguém que tenha tido apenas vislumbres da Cabalá teórica – o novato – tende a considerá-la um escrito repleto de fantasia, ocorrências e imagens estranhas, fantásticas paisagens místicas, aparentemente irracionais, irreais e sem base na realidade. Ao abrir a obra clássica da Cabalá teórica, o Zohar, a pessoa se surpreende com a imaginação dos autores, mas talvez o fascínio termine aí. Para o novato ele se parece com um livro de fantasia, nada além disso. Um famoso mestre cabalista, o Tsadic de Zitshav, disse certa vez sobre a Cabalá que estes três estágios em seu desenvolvimento podem ser relacionados com uma parábola. Numa época em que viajar era uma aventura perigosa e árdua e a maioria da pessoas jamais saíra de sua própria aldeia, um homem viajou a um país distante. Ao voltar, reuniu o povo de seu vilarejo e entusiasmado, relatou as aventuras de sua viagem. Falou sobre uma ave que tinha visto num país distante, cuja aparência era fantástica. Por exemplo, o pássaro tinha feições humanas; as pernas eram como as de uma girafa. Os aldeões zombaram da história, considerando-a pura fantasia. Inspirado pelas aventuras que ele contou, um aldeão saiu para fazer a mesma viagem, determinado a ver o mundo por si mesmo. Anos depois retornou à aldeia, um homem do mundo. Assim como o viajante que tanto o inspirara, ele reuniu as pessoas do lugar e relatou suas aventuras. Também falou sobre aquele pássaro fantástico, mas sua descrição era um pouquinho diferente. A face da ave, disse ele, não era realmente humana, embora lembrasse bastante um homem, e as pernas eram longas e finas, definitivamente lembrando uma girafa; no entanto, não eram realmente pernas de girafa. Ao ouvirem a história deste homem, os aldeões ficaram divididos. Alguns acreditaram piamente no homem, cuja história era mais convincente que a do primeiro viajante. Apesar disso havia muitos cépticos, para quem a história ainda soava inventada e irreal. Um dos habitantes da vila estava determinado a pôr um ponto final no assunto deste pássaro estranho e empreendeu a longa viagem para vê-lo por si mesmo. Ao voltar, reuniu os moradores locais e triunfante, declarou: O assunto está resolvido! Abriu uma bolsa grande e dali retirou a estranha e fantástica ave. Desta vez ninguém duvidou. Esta parábola se relaciona com os três estágios de desenvolvimento do âmbito teórico da Cabalá. O autor do Zohar, a obra magna do pensamento cabalista, Rabi Shimon bar Yochai, foi o primeiro a descrever a Divina presença e nosso relacionamento com o Ein Sof. No Zohar, encontramos histórias tão estranhas e fantásticas, configurações e imagens tão míticas e místicas, que mal podemos acreditar. No Século 16 em Safed, a cidade dos místicos, a Cabalá começou a adotar uma forma de análise mais abrangente e detalhada. Os padrões e os processos de pensamento sistemático começaram a aparecer na literatura cabalista. Por fim, com o nascimento do Movimento Chassídico, a Cabalá amadureceu. O Chassidismo é o movimento místico fundado pelo R. Yisrael ben Eliezer, o Báal Shem Tov. Ele trouxe a imagem do Criador até a realidade. Estes conceitos místicos não eram mais irreais e distanciados, mas se tornaram uma parte concreta da nossa vida diária, afetando cada faceta da criação. O Céu foi trazido à Terra. A jornada cabalista completa um círculo A opinião das pessoas sobre o propósito da Cabalá está repleta de equívocos. Um dos mais populares é que o estudo da Cabalá pretende transformar a pessoa num vidente, capaz de ter habilidades miraculosas e sobrenaturais. Isso, no entanto, é equivocado. O supremo propósito no estudo da Cabalá é a perfeição do Ser. Transformar o Ser num indivíduo melhor, mais expandido, mais transcendente, mais sintonizado com a essência e as raízes da própria alma, é isso que a Cabalá oferece àqueles que realmente desejam recebê-la. O critério da jornada autêntica e cabalista é aquele que faz um círculo completo e a pessoa termina voltando ao mundo do aqui e agora. O Talmud fala dos quatro Sábios que entraram no pomar celestial e tiveram uma experiência transcendental. Ben Azzai olhou e morreu. Ben Zoma olhou e ficou transtornado. Em outras palavras, ficou louco. Acher (o outro, nascido Ben Avuyah) olhou e arrancou suas plantas, ou seja, transformou-se num herege. Rabi Akiva entrou e saiu em paz. O pomar representa os reinos espirituais mais elevados. Rabi Akiva foi o único sábio, dentre estes quatro, que pôde entrar e sair no pomar místico sem sofrer danos. Sendo um homem de grande estatura espiritual, um mestre verdadeiro e equilibrado, ele percebeu que o objetivo não é se identificar com a luz e não retornar, como fez Ben Azzai, ou mentalmente, como Ben Zoma. Também não era sentir alívio pessoal ou êxtase, mas sim ir e voltar para cá, com a sabedoria adequada para servir aqui e agora. A jornada deve percorrer um círculo completo no comportamento do dia-a-dia da pessoa. Agora, porém, o âmago de toda a Cabalá é o objetivo distinto de atrair a Luz Infinita da santidade abstrata para a realidade do dia-a-dia. E os primeiros cabalistas eram conhecidos como "Homens de labuta" – seus esforços não eram de natureza física, mas trabalharam durante toda a vida para se aperfeiçoarem e elevar seu nível de consciência até o ponto de uma percepção espiritual da realidade. Com a chegada do Báal Shem Tov, esta noção adquiriu um significado novo. Com os ensinamentos do Báal Shem Tov, a trilha tornou-se tão clara a ponto de este refinamento poder ser alcançado. Conhecer a Cabalá é viver cabalisticamente A Cabalá é comparada à proverbial "árvore da vida". É um estudo da vida, e assim como a vida não pode ser estudada num livro, mas somente através da própria vida, também o estudo da Cabalá somente é eficaz quando se pratica os seus ensinamentos em nossa vida diária. A Cabalá estudada como uma matéria escolar num livro é como alguém que estuda 'amor', mas jamais o experimenta por si mesmo. R. Simchá Bunem de Pshischá, famoso mestre chassídico, disse certa vez sobre um famoso cabalista que ele não tinha compreensão sobre a Cabalá. Explicou que embora fosse verdade que ele era versado na literatura cabalista, não tinha um verdadeiro entendimento. Para ilustrar o que queria dizer, ofereceu a seguinte metáfora. Digamos, por exemplo, que uma pessoa deseja se familiarizar com Paris. Compra um mapa e um guia da cidade e os estuda diligentemente, até conhecer todos os detalhes e os caminhos da cidade; porém, é desnecessário dizer que se ele jamais visitar aquela cidade, jamais saberá realmente como é Paris. O coração e o pulso de qualquer cidade somente podem ser sentidos quando se vai lá. Assim também, concluiu Reb Bunem, para entender totalmente a Cabalá, a pessoa deve vivê-la, e isso aquele cabalista não tinha feito. O refinamento do caráter É preciso apenas um breve vislumbre da obra dos grandes mestres da Cabalá teórica para perceber que a grande maioria dos textos não tratam de transformação do caráter. Embora seja verdade que a literatura mística cabalista seja voltada ao ato de relacionar o teórico com a vida diária, a Cabalá em si parece não se importar tanto com a pessoa. Ao contrário, parece estar interessada em explicar as esferas celestiais, anjos, almas e 'coisas' deste tipo, não como o indivíduo pode vencer o comportamento negativo. No entanto, isso não implica que a Cabalá não esteja interessada na pessoa em si. Ao contrário! Na verdade, há incontáveis declarações em todas as obras da Cabalá sobre a negatividade dos maus traços de caráter, como raiva, preguiça, depressão, e outros. A condenação mais severa da depressão, fúria e outras emoções prejudiciais são encontradas nas obras da Cabalá. Porém o método cabalista de refinamento de caráter é uma abordagem bem diferente daquela que estamos acostumados a encontrar. Não é uma batalha que combate a negatividade em seu próprio campo, e também não se trata de superar o negativo com o positivo. Sua abordagem é vir de outro ponto de vantagem e ver as coisas sob outras perspectiva. O objetivo fundamental do pensamento místico é fazer a pessoa entender que não há nada além do Infinito. Ao ler as várias configurações, mapas e diagramas que a Cabalá apresenta, a pessoa desperta à conscientização de que tudo que realmente existe é o Ein Sof. Há uma sensação que deve ser despertada quando penetramos nas verdades da Cabalá, e esta é a sensação de que o mundo como temos a tendência de percebê-lo, separado, independente de um criador, é apenas uma ilusão, e na realidade não há nada que não seja a luz infinita. Tendo esta noção em mente, consciente ou subconscientemente, estamos aptos a conquistar todas as nossas emoções e traços negativos. O ego: o falso senso do ser como fonte de todas as emoções negativas Rabi Eliyahu ben Moshe di Vidas, um cabalista do Século 16, declara que há três traços negativos básicos, que podem ser considerados "os traços principais'" a partir dos quais ocorre toda dissensão. São eles: arrogância, teimosia e fúria, dos quais todos alegam originar-se na mesma fonte, ou seja, o ego. O ego é a fonte a partir da qual brota toda a negatividade. O âmago de toda a corrupção é aquele falso senso de ser/ego, que vive num estado incessante daquilo que pensa que irá causar a sua sobrevivência. É o ego que faz surgir todas as emoções negativas. Por exemplo, quando uma pessoa fica furiosa, é a maneira do ego de demonstrar sua objeção porque não está feliz. O ego, quando sente que está ameaçado, é aquele que protesta: 'como você pode fazer isso comigo' – o que desperta a raiva. O medo da aniquilação é a constante condição do ego. A raiva é apenas uma manifestação da preocupação da pessoa com sua presunção imaginária de sobrevivência. O total envolvimento com o "eu" ilusório é a raiz de todas as emoções negativas. Ao superar este falso senso de ser, que brota da falsa estimativa de sobrevivência da pessoa, as emoções negativas são dominadas. Por meio do estudo da Cabalá, chegamos à percepção de que o falso senso de ser/ego é apenas um disfarce de nossa real dinâmica interior, nossa alma transcendente. A sensação que temos quando contemplamos a Cabalá é que tudo existe é Ein Sof. Procuramos sentir isso num nível cósmico, e então entendê-lo em nosso próprio nível. Conseqüentemente, a ilusão de separação/ego e, como resultado, a preservação dessa miragem começará lentamente a desaparecer, e com ela desaparecerão as emoções negativas que são a manifestação do ego. Em vez de ver o ego como um inimigo real que precisa entrar na batalha para ser superado, começamos a perceber que não há nada além da Luz, e tudo o mais é simplesmente uma ocultação daquela verdade. Esta é a abordagem cabalista para a auto-perfeição. Não lida com o ataque negativo, de maneira alguma. Ao contrário, busca a fonte de todos os problemas, o Eu/ego, e por extensão, toda a realidade física, e demonstra como, de fato, estas realidades aparentemente independentes não passam de uma camuflagem. Ao perceber isso, nossa negatividade é dominada com mais facilidade. Sobre o autor: Rabino DovBer Pinson é um renomado estudioso, pensador e escritor de assuntos espirituais. Entre suas obras publicadas estão " Reencarnação e judaísmo" e "Em direção ao infinito: o caminho da meditação cabalística". Dirige o Instituto Iyyu, um centro judaico em Brownstone Brooklyn. Clique aqui para "Biografia de Cabalistas" top

Iehouah יהוה Elohim Adonai & Os Notáveis Cabalistas Da Torah - Diferentes Da Magia - Informação do Site Chabad

Rabi Yitschac Luria– o Santo Ari Rabi Yitschac Luria Ashkenazi ben Shlomo (5294-5332 (1534-1572 EC) Yahrtzeit: 5 de Av Sepultado no Antigo Cemitério de Tzfat Rabi Yitschac Luria é conhecido como o Ari, um acrônimo para Elohi Rabi Yitschac, o Divino Rabi Yitschac. Nenhum outro mestre ou sábio jamais teve esta letra Alef extra, que significa Elo-hi (Divino), introduzindo seu nome. É um sinal daquilo que seus contemporâneos pensavam dele. Gerações posteriores, temerosas de que este apelido pudesse ser mal interpretado, disseram que este Alef era para Ashkenazi, indicando que sua família tinha origens alemãs. Porém o significado original é o correto, e até hoje, entre os cabalistas, Rabi Yitschac Luria é chamado apenas de Rabenu HaAri HaKadosh [o Santo Ari], ou Arizal [o Ari, de abençoada memória]. Os ensinamentos do Ari receberam o status de um Rishon [autoridade fundamental]. Todo costume do Ari foi escrutinizado, e muitos foram aceitos, mesmo que se opusessem a práticas prévias. O Maguen Avraham (Rabi Avraham Gombiner, 1635-1683) aceita os costumes pessoais do Ari como precedentes legais obrigatórios. Na decisão de disputas que permaneceram não-resolvidas durante séculos, ele cita com freqüência o costume do Ari como a autoridade final. As Maravilhas do Ari O Ari nasceu na Cidade Velha de Yerushaláyim em 5294 (1534), onde agora fica o antigo Museu Yishuv Court. Diz-se que o próprio Eliyahu HaNavi foi o sandac no seu berit. O Sêfer HaKavanot U’Massê Nissim registra a seguinte história: "Houve certa vez um chassid notável em Erets Yisrael, chamado Rabi Shlomo Luria… Um dia ele estava sozinho no Bet Knesset, estudando, quando Eliyahu HaNavi apareceu-lhe e disse: "Fui enviado a você pelo Todo Poderoso para trazer-lhe a notícia de que sua sagrada esposa conceberá um filho, e que você deve chamá-lo de Yitschac. Ele começará a libertar Israel das kelipot [forças do mal]. Por meio dele numerosas almas receberão seu ticun. Ele está destinado também a revelar muitos mistérios da Torá e a explicar o Zôhar. Sua fama se espalhará pelo mundo. Tome cuidado para não circuncidá-lo antes que eu venha para ser o Sandac [que se senta na Kisey Eliyahu e segura a criança durante a cerimônia]." Terminando de falar, ele desapareceu. Rabi Shlomo Luria foi para casa mas não revelou seu segredo a ninguém, nem mesmo à mulher. Quando o Ari nasceu, a casa ficou repleta de luz, e no oitavo dia eles o levaram ao Bet Knesset para circuncidá-lo. Seu pai procurou em toda parte para ver se Eliyahu tinha vindo como prometera, mas não o encontrou. Todos insistiam com ele para que desse prosseguimento, mas ele replicou que ainda não tinham chegado todos os convidados. Passou-se uma hora, mas Eliyahu ainda não viera. Então ele pensou consigo mesmo, amargamente: "Meus pecados devem tê-lo impedido de cumprir sua promessa." Mas enquanto chorava, Eliyahu apareceu e disse: "Não chore, servo de Hashem. Aproxime-se do altar e ofereça seu filho como um sacrifício puro dedicado inteiramente ao Céu. Sente-se em minha cadeira e eu sentarei sobre você." Então, invisível a todos os presentes exceto Rabi Shlomo, Eliyahu sentou-se sobre ele, recebeu a criança nos braços e segurou-a durante toda a circuncisão. Nem o Mohel nem aqueles reunidos viram outra coisa além do pai que segurava o bebê. Após o berit milá, ele prometeu novamente a Rabi Shlomo que o menino traria grande luz ao mundo inteiro, e desapareceu. Rabi Shlomo faleceu quando Ari ainda era criança. Em 1541, incapaz de sustentar a família, sua mãe decidiu viajar ao Egito, onde foram viver com o irmão dela, Mordechai Frances, um rico coletor de impostos. Seu brilhantismo continuou a reluzir em pilpul [dialética] e lógica. Seus mestres foram Rabi David ben Zimra (Radbaz) e Rabi Betzalel Ashkenazi, autor de Shitá Mekubetzet. Quando tinha quinze anos, seu conhecimento em Talmud tinha superado todos os sábios no Egito. Embora tivesse se casado com a filha do tio nesta época, ele passou sete anos em quase total hitbodedut [auto-reclusão] com Rabi Betzalel Ashkenazi. Foi mais ou menos nessa época que um inestimável volume do Zohar chegou às suas mãos. Com este Zohar, ele ficou recluso por mais seis anos. Ele então atingiu níveis ainda mais elevados de kedushá – santidade. Isso ele fez durante dois anos, numa casa perto do Nilo. Ali ele permaneceu totalmente isolado, não falando com nenhum ser humano. Ele voltaria para casa na véspera do Shabat, pouco antes do anoitecer. Mas mesmo em casa, ele não pronunciava uma palavra, nem mesmo com a esposa. Quando era absolutamente necessário dizer alguma coisa, ele o fazia com o menor número possível de palavras, e então, falava apenas no Idioma sagrado. Ele progrediu dessa maneira até tornar-se digno de Ruach HaCodesh. Ás vezes, o próprio Eliyahu HaNavi se revelava e ensinava a ele os mistérios da Torá. Ele também teve o privilégio de sua alma ascender toda noite [aos reinos celestiais]. Hostes de anjos o saudavam para guardar seu caminho, levando-o às academias celestiais. Estes anjos lhe perguntavam que academia desejava visitar. Ás vezes ele escolhia a de Rabi Shimon bar Yochai, e outras vezes visitava as academias de Rabi Akiva ou Rabi Eliezer, o Grande. Numa ocasião ele visitou também as academias dos antigos Profetas. Em 1570, após ter atingido um nível extremamente elevado de santidade no Egito, Eliyahu lhe disse que tinha chegado a hora de ascender a Tzfat. Ali, ele encontraria Chayim Vital, o homem a quem ele estava destinado a transmitir as chaves para a sabedoria antiga (Shiv’chey HaAri; Toledot HaAri). Os ensinamentos do Arizal explicados por Rabi Chayim Vital (introdução a Sha’ar HaHakdamot): O Ari transbordava de Torá. Ele era completamente versado em Tanach, Mishná, Talmud, Pilpul, Midrash, Agadá, Maassê Bereshit e Maassê Merkavá. Era especialista na linguagem das árvores, das aves, e na fala dos anjos. Podia ler os rostos da maneira delineada no Zohar (2:74b). Ele podia discernir tudo que qualquer indivíduo tinha feito, e podia ver o que faria no futuro. Podia ler o pensamento das pessoas, antes mesmo que o pensamento lhe entrasse na mente. Ele conhecia os eventos futuros, sabia tudo que estava acontecendo aqui na terra, e o que era decretado no céu. Ele conhecia os mistérios de Gilgul [reencarnação], quem tinha nascido previamente, e quem estava aqui pela primeira vez. Ele podia olhar para alguém e dizer-lhe como ele estava conectado a D’us, e como estava relacionado a Adam. Podia ler coisas assombrosas [sobre as pessoas] à luz de uma vela ou na chama de uma fogueira. Com os olhos ele perscrutava e podia ver as almas dos justos, tanto aqueles que tinham morrido recentemente quanto os que tinham vivido nos tempos antigos. Com estes ele estudou os verdadeiros mistérios. Pelo odor de uma pessoa ele podia dizer tudo que ela tinha feito, uma habilidade que o Zohar atribui à sagrada Yenuka [criança] (3:188a). Era como se todos estes mistérios estivessem concentrados dentro dele, esperando para ser ativados sempre que ele quisesse. Ele não precisava isolar-se para fazê-los aflorar. Tudo isso vimos com nossos próprios olhos. Estas não são coisas que ouvimos de outros. Eram coisas maravilhosas que ainda não tinham sido vistas na terra desde a época de Rabi Shimon bar Yochai. Nada disso era conseguido por meio de magia, D’us não o permita. Há uma forte proibição contra estas artes. Em vez disso, tudo vinha automaticamente, como resultado de sua santidade e ascetismo, após muitos anos de estudo dos textos cabalistas antigos e novos. Ele então intensificou sua piedade, ascetismo, pureza e santidade, até que atingiu um nível no qual Eliyahu constantemente se revelava a ele, falando-lhe "boca a boca", ensinando-lhe estes mistérios. Isso é o que acontecia a Raavad, como declara Recanati. Embora a profecia completa não exista mais, Ruach HaKodesh ainda está aqui, manifestada através de Eliyahu. É como se Eliyahu HaNavi ensinasse seus alunos, comentando o versículo "Devora era uma profetisa" (Shofetim 4:4). "Eu chamo céu e terra como testemunhas, que nenhum indivíduo, homem ou mulher, judeu ou gentio, livre ou escravo, pode ter Ruach HaKodesh concedido sobre ele. Tudo depende de suas ações" (Rabi Chayim Vital, introdução a Sha’ar HaHakdamot, impresso no início de todas as edições de Etz Chayim). top

יהוה IEHOUAH יהוה - יהוה Iehouah Elohim Adonai - יהוה Iehouah Inteligência Soberana - יהוה Iehouah Creador Soberano - Abraham Abuláfia - Um Dos Exímios Embaixadores De Iehouah Neste Mundo


Abraham Abulafia
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"Abulafia" redirects here. For other uses, see Abulafia (disambiguation).
Abraham Abulafia


Abraham Abulafia's "Light of the Intellect" 1285, Vat. ebr. 597 leaf 113 recto
Occupation Philosopher and writer
Period 1271–1291


Abraham ben Samuel Abulafia (Hebrew: אברהם בן שמואל אבולעפיה‎), the founder of the school of "Prophetic Kabbalah", was born in Zaragoza, Spain, in 1240, and is assumed to have died sometime after 1291, following a stay on the small and windswept island ofComino, the smallest of the three inhabited islands that make up the Maltesearchipelago.[1]



Contents [hide]
1 Biography
1.1 Early life and travels
1.2 Journey to Rome
1.3 Decline and exile to Comino
2 Teachings
2.1 Writings
2.2 Abulafia's meditation techniques
3 Influence
4 In popular culture
5 See also
6 Bibliography
7 References


Biography[edit]
Early life and travels[edit]

Very early in life he was taken by his parents to Tudela, Navarre, where his aged father Samuel Abulafia instructed him in the Hebrew Bible and Talmud. In 1258 when he was eighteen years old his father died, and two years later Abraham began a life of ceaseless wandering. His first journey in 1260 was to the Land of Israel, where he intended to begin a search for the legendary river Sambationand the lost Ten Tribes. He got no further than Akko, however, because of the desolation and lawlessness in the Holy Land stemming from the chaos following the last Crusades; the war that year between the Mongols and Mamluks forced his return to Europe, viaGreece. He had determined to go to Rome, but stopped short in Capua, where during the early 1260s he devoted himself with passionate zeal to the study of philosophy and of the Moreh Nebhukhin (Guide for the Perplexed) of Maimonides, under the tutelage of a philosopher and physician named Hillel — probably the well-known Hillel ben Samuel ben Eliezer of Verona.

Although he always held Maimonides in the highest esteem, and often made use of sentences from his writings, he was as little satisfied with his philosophy as with any other branch of knowledge which he acquired. He was highly articulate, able and eager to teach others. He wrote industriously on Kabbalistic, philosophical, and grammatical subjects, and succeeded in surrounding himself with numerous pupils, to whom he imparted much of his own enthusiasm.

On his return to Spain he became subject to visions, and at the age of thirty-one, at Barcelona, began to study a particular kind of Kabbalah whose most important representative was Barukh Togarmi, and received a revelation with messianic overtones. He immersed himself in the study of the Sefer Yetzirah ("Book of Creation") and its numerous commentaries, which explain the creation of the world and man as based on Hebrew letter combinations. This book, and particularly the commentary and method of the German Jewish mystic, Eleazar of Worms, exercised a deep influence upon him, and had the effect of greatly increasing his mystical bent. Letters of the alphabet, numerals, vowel-points, all became symbols of existence to him, and their combinations and permutations, supplementing and explaining one another, possessed for him an illumining power most effectively to be disclosed in a deeper study of the divine names, and especially of the consonants of the Tetragrammaton. With such auxiliaries, and with the observance of certain rites and ascetic practises, men, he says, may attain to the highest aim of existence and become prophets; not in order to work miracles and signs, but to reach the highest degree of perception and be able to penetrate intuitively into the inscrutable nature of the Deity, the riddles of creation, the problems of human life, the purpose of the precepts, and the deeper meaning of the Torah.

He soon left for Castile, where he disseminated his prophetic Kabbalah among figures like R. Moses of Burgos and his most important disciple, R. Joseph Gikatilla. Some time around 1275 he taught the Guide of the Perplexed and his Kabbalah in a few cities in Greece. He wrote the first of his prophetic books, Sefer ha-Yashar[disambiguation needed] ("Book of the Upright/Righteous") in Patras in 1279. That same year he made his way through Trani back to Capua, where he taught four young students.
Journey to Rome[edit]

In obedience to an inner voice, he went in 1280 to Rome, in order to effect the conversion of Pope Nicholas III on the day before theJewish New Year, 5041. The pope, then in nearby Suriano, heard of it, and issued orders to "burn the fanatic" as soon as he reached that place. Close to the inner gate the stake was erected in preparation; but not in the least disturbed, Abulafia set out for Suriano and reached there August 22. While passing through the outer gate, he heard that the pope had died from an apoplectic stroke during the preceding night. Returning to Rome, he was thrown into prison by the Minorites, but was liberated after four weeks' detention. He was next heard of in Sicily, where he supposedly appeared as a prophet and Jewish Messiah.
Decline and exile to Comino[edit]

He remained active in Messina for a decade (1281–91), presenting himself as a "prophet" and "messiah". He had several students there as well as some in Palermo. The local Jewish congregation in Palermo energetically condemned Abulafia's conduct, and around 1285 they addressed the issue to R. Solomon ben Abraham ibn Adret of Barcelona, who devoted much of his career to calming the various messianic hysteriae of the day. Solomon ben Adret subsequently wrote a letter against Abulafia. This controversy was one of the principal reasons for the exclusion of Abulafia’s Kabbalah from the Spanish schools.

Abulafia had to take up the pilgrim's staff anew, and under distressing conditions compiled his Sefer ha-Ot ("Book of the Sign") on the little island of Comino, near Malta, between 1285 and 1288. In 1291 he wrote his last, and perhaps his most intelligible, work, the meditation manual Imre Shefer ("Words of Beauty"); after this all trace of him is lost.
Teachings[edit]
Jewish Mysticism


Forms of Jewish Mysticism[show]


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Writings[edit]

Abulafia’s literary activity spans the years 1271–91 and consists of several books, treatises on grammar, and poems, but amongst which only thirty survive.[2] He wrote many commentaries: three on the Guide of the Perplexed – Sefer ha-Ge’ulah (1273), Sefer Chayei ha-Nefesh, and Sefer Sitrei Torah (1280); on Sefer Yetzirah: – Otzar Eden Ganuz(1285/6), Gan Na'ul, and a third untitled; and a commentary on the Pentateuch – Sefer-Maftechot ha-Torah (1289).

More influential are his handbooks, teaching how to achieve the prophectic experience:Chayei ha-Olam ha-Ba (1280), Or ha-Sekhel, Sefer ha-Cheshek, and Imrei Shefer (1291).

Of special importance for understanding his messianology are his “prophetic books” written between 1279 (in Patras) and 1288 (in Messina), in which revelations includingapocalyptic imagery and scenes are interpreted as pointing to spiritual processes of inner redemption. The spiritualized understanding of the concepts of messianism and redemption as an intellectual development represents a major contribution of the messianic ideas in Judaism. As part of his messianic propensity, Abulafia become an intense disseminator of his Kabbalah, orally and in written form, trying to convince both Jews and Christians.

In his first treatises, Get ha-Shemot and Maftei’ach ha-Re'ayon, Abulafia describes a linguistic type of Kabbalah similar to the early writings of Rabbi Joseph Gikatilla. In his later writings, the founder of prophetic Kabbalah produces a synthesis between Maimonides’ Neoaristotelian understanding of prophecy as the result of the transformation of the intellectual influx into a linguistic message and techniques to reach such experiences by means of combinations of letters and their pronunciation, breathing exercises, contemplation of parts of the body, movements of the head and hands, and concentration exercises. Some of the elements of those techniques stem from commentaries on Sefer Yetzirah of Ashkenazi. He called his Kabbalah “the Kabbalah of names,” that is, of divine names, being a way to reach what he called the prophetic experience, or “prophetic Kabbalah,” as the ultimate aims of his way: unitive and revelatoryexperiences. In his writings expressions of what is known as the unio mystica of the human and the supernal intellects may be discerned. Much less concerned with the theosophy of his contemporary kabbalists, who were interested in theories of ten hypostaticsefirot, some of which he described as worse than the Christian belief in the trinity, Abulafia depicted the supernal realm, especially the cosmic Agent Intellect, in linguistic terms, as speech and letters.

In his later books, Abulafia repeatedly elaborated upon a system of seven paths of interpretation, which he used sometimes in his commentary on the Pentateuch, which starts with the plain sense, includes also allegorical interpretation, and culminates in interpretations of the discrete letters, the latter conceived of as the path to prophecy. Abulafia developed a sophisticated theory of language, which assumes that Hebrew represents not so much the language as written or spoken as the principles of all languages, namely the ideal sounds and the combinations between them. Thus, Hebrew as an ideal language encompasses all the other languages. This theory of language might have influenced Dante Alighieri. In his writings Abulafia uses Greek, Latin, Italian, Arabic,Tatar, and Basque words for purpose of gematria.

Abulafia’s Kabbalah inspired a series of writings which can be described as part of his prophetic Kabbalah, namely, as striving to attain extreme forms of mystical experiences. The most important among them are the anonymous Sefer ha-Tzeruf (translated into Latin forPico), Sefer Ner Elohim, and Sefer Shaarei Tzedek by Rabbi Nathan ben Saadiah Harar, who influenced the Kabbalah of Rabbi Isaac of Acre. The impact of Abulafia is evident in an anonymous epistle attributed to Maimonides; Rabbi Reuven Tzarfati, a kabbalist active in 14th century Italy; Abraham Shalom, Yohanan Alemanno, Judah Albotini, and Joseph ibn Zagyah; Moses Cordovero and Chaim Vital’s influential Shaarei Kedushah; Sabbatai Zevi, Joseph Hamitz, Pinchas Horowitz, and Menahem Mendel of Shklov.

Extant in many manuscripts, Abulafia’s writings were not printed by kabbalists, most of whom banned his brand of Kabbalah, and only by chance introduced in their writings a few short and anonymous fragments. Scholarship started with an analysis of his manuscript writings by M. H. Landauer, who attributed the book of the Zohar to him. Adolf Jellinek refuted this attribution and compiled the first comprehensive list of Abulafia’s writings, publishing three of Abulafia’s shorter treatises (two epistles, printed in 1853/4, and Sefer ha-Ot in 1887), while Amnon Gross published 13 volumes, which include most of Abulafia’s books and those of his students’ books (Jerusalem, 1999–2004). Major contributions to the analysis of Abulafia’s thought and that of his school have been made by Gershom Scholem, Chaim Wirszubski, Moshe Idel, and Elliot R. Wolfson. Some of Abulafia’s treatises were translated into Latin and Italian in the circle of Giovanni Pico della Mirandola, mostly by Flavius Mithridates, and Pico’s vision of Kabbalah was significantly influenced by his views. This is the case also with Francesco Giogio Veneto’s De Harmonia Mundi.

Abulafia’s life inspired a series of literary works such as poems by Ivan Goll, Moses Feinstein (not Rabbi Moshe Feinstein) andNathaniel Tarn; Umberto Eco’s novel Foucault's Pendulum; and a play by George-Elie Bereby; in art, Abraham Pincas’ paintings and Bruriah Finkel’s sculptures; and several musical pieces.

Abulafia's writings include:
Sefer ha-Geulah (1273), a commentary on The Guide for the Perplexed
Sefer Chayei ha-Nefesh, a commentary on The Guide for the Perplexed
Sefer ha-Yashar ("Book of the Upright/Righteous") (1279)
Sefer Sitrei Torah (1280), a commentary on The Guide for the Perplexed
Chayei ha-Olam ha-Ba ("Life of the World to Come") (1280)
Or ha-Sekhel ("Light of the Intellect")
Get ha-Shemot
Maftei’ach ha-Re'ayon
Gan Na'ul, a commentary on Sefer Yetzirah
Otzar Eden Ganuz, another commentary on Sefer Yetzirah
Sefer ha-Cheshek
Sefer ha-Ot ("Book of the Sign") (1285 x 1288)
Imrei Shefer ("Words of Beauty") (1291)
Abulafia's meditation techniques[edit]

In his numerous works Abulafia focuses on complex devices for uniting with the Agent Intellect, or God, through the recitation of divine names, together with breathing techniques and cathartic practices. Some of Abulafia’s mystic ways were adapted by the Ashkenazic Hasidic masters. Taking as his framework the metaphysical and psychological system of Moses Maimonides (Mosheh ben Maimon, 1135/8–1204), Abulafia strove for spiritual experience, which he viewed as a prophetic state similar to or even identical with that of the ancient Jewish prophets.

Abulafia suggests a method that is based on a stimulus that continuously changes. His intention is not to relax the consciousness by meditation, but to purify it via a high level of concentration which requires doing many actions at the same time. For this, he uses Hebrew letters.

Abulafia’s method includes a number of steps.
The first step, preparation: the initiate purifies himself through fasting, the wearing of phylacteries, and donning pure white garments.
The second step: the mystic writes out specific letter groups and their permutations.
The third step, physiological maneuvers: the mystic chants the letters in conjunction with specific respiratory patterns, as well as head positioning.
The fourth step, mental imagery of letters and human forms: the mystic imagines a human form, and himself without a body. Then the mystic ‘draws’ the letters mentally, projects them onto the ‘screen’ of the ‘imaginative faculty’, i.e. he mentally imagines the patterns of letters. He then rotates the letters and turns them, as Abulafia describes in Imrei Shefer: "And they [the letters], with their forms, are called the Clear Mirror, for all the forms having brightness and strong radiance are included in them. And one who gazes at them in their forms will discover their secrets and speak to them, and they will speak to him. And they are like an image in which a man sees all his forms standing in front of him, and then he will be able to see all the general and specific things (Ms. Paris BN 777, fol. 49)."

During the final step of mental imagery, the mystic passes a succession of four experiences. The first is an experience of body-photism or illumination, in which light not only surrounds the body but also diffuses into it, giving impression that the body and its organs have become light. As the ecstatic Kabbalist continues to practice, combining letters and performing physiological maneuvers, the result is the second experience: weakening of the body, in an ‘absorptive’ manner. Subsequently, the mystic may feel an enhancement of his thoughts and imaginative capacity. This is the third experience. The fourth experience is characterized mainly by fear and trembling.

Abulafia emphasizes that trembling is a basic and necessary step to obtain prophecy (Sitrei Torah, Paris Ms. 774, fol. 158a). In another place he writes: ‘all your body will begin to tremble, and your limbs begin to shake, and you will fear a tremendous fear […] and the body will tremble, like the rider who races the horse, who is glad and joyful, while the horse trembles beneath him’ (Otzar Eden Ganuz, Oxford Ms. 1580, fols. 163b-164a; see also Hayei Haolam Haba, Oxford 1582, fol. 12a).

For Abulafia the fear is followed by an experience of pleasure and delight. This feeling is a result of sensing another ‘spirit’ within his body, as he describes in Otzar Eden Ganuz: ‘And you shall feel another spirit awakening within yourself and strengthening you and passing over your entire body and giving you pleasure’ (Oxford Ms. 1580 fols. 163b-164a).

Only after passing these successive experiences does the mystic reach his goal: the vision of a human form, which is closely linked to his own physical appearance and generally experienced as standing in front of the mystic. The experience is increased when the mystic experiences his autoscopic form (or ‘double’) as speaking: the double begins to talk to the mystic, teaching him the unknown and revealing the future.

Abraham Abulafia describes the experience of seeing a human ‘form’ many times in his writings. However, initially it is not clear who this ‘form’ is. As the dialog between the mystic and the ‘form’ proceeds, the reader understands that the ‘form’ is the image of the mystic himself. Addressing his students and followers in Sefer Hakheshek, Abulafia further elaborates the scenario (New York Ms. JTS 1801, fol. 9a; British Library Ms. 749, fols. 12a-12b): "… and sit as though a man is standing before you and waiting for you to speak with him; and he is ready to answer you concerning whatever you may ask him, and you say ‘speak’ and he answers […] and begin then to pronounce [the name] and recite first ‘the head of the head’ [i.e. the first combination of letters], drawing out the breath and at great ease; and afterwards go back as if the one standing opposite you is answering you; and you yourself answer, changing your voice …" Apparently, by utilizing the letters of ‘the Name’ with specific breath techniques, a human form should appear. Only in the last sentence Abulafia suggests that this form is ‘yourself’.

Yet he explicitly put it, as he has also explained in another book, Sefer Hayei Haolam Haba: ‘And consider his reply, answering as though you yourself had answered yourself’ (Oxford Ms. 1582, fol. 56b). Most of Abulafia’s descriptions are written in a similar fashion. In Sefer Haoth Abulafia describes a similar episode, but from an explicit self-perspective:"I saw a man coming from the west with a great army, the number of the warriors of his camp being twenty-two thousand men […] And when I saw his face in the sight, I was astonished, and my heart trembled within me, and I left my place and I longed for it to call upon the name of God to help me, but that thing evaded my spirit. And when the man had seen my great fear and my strong awe, he opened his mouth and he spoke, and he opened my mouth to speak, and I answered him according to his words, and in my words I became another man (pp. 81–2)."
Influence[edit]

Abulafia's subterranean influence is evident in the large number of manuscripts of his major meditation manuals that flourished down to the present day until all his works were finally published in Mea Shearim in Jerusalem during the 1990s.

Abulafia’s prophetic and messianic pretensions prompted a sharp reaction on the part of Shelomoh ben Avraham Adret, a famous legal authority who succeeded in annihilating the influence of Abulafia’s ecstatic Qabbalah in Spain.

According to Besserman's The Shambhala Guide to Kabbalah and Jewish Mysticism, Abulafia's "prophetic approach to meditation included manipulating the Hebrew letters in a nondenominational context that brought him into conflict with the Jewish establishment and provoked the Inquisition."

In Italy, however, his works were translated into Latin and contributed substantially to the formation of Christian Qabbalah.

In the Middle East, ecstatic Qabbalah was accepted without reservation. Clear traces of Abulafian doctrine are evident in the works of Yitshaq ben Shemuel of Acre, Yehudah Albotini and Chaim Vital. In Israel, Abulafia’s ideas were combined with Sufi elements, apparently stemming from the school of Ibn Arabi; thus Sufi views were introduced into European Qabbalah.

After the expulsion of the Jews from Spain, Spanish theurgical Qabbalah, which had developed without any significant impact from ecstatic Qabbalah, was integrated with the latter; this combination became, through the book Pardes Rimmonim by Mosheh Cordovero, part of mainstream Qabbalah. Hayyim Vital brought Abulafian views into the fourth unpublished part of his Shaarei Qedushah, and the eighteenth-century qabbalists of the Beit El Academy in Jerusalem perused Abulafia’s mystical manuals. Later on, mystical and psychological conceptions of Qabbalah found their way directly and indirectly to the Polish Hasidic masters. The influence of ecstatic Qabbalah is to be seen in isolated groups today, and traces of it can be found in modern literature (e.g., the poetry of Yvan Goll), mainly since the publication of Gershom Scholem’s researches.
In popular culture[edit]

In Myla Goldberg's novel Bee Season, eleven-year-old Eliza Naumann, after a surprising success in her Spelling Bee, is introduced to the writings and techniques of Abraham Abulafia by her rabbi father, in an effort to help her 'see' the spellings.

A central plot device in Umberto Eco's novel "Foucault's Pendulum" is a personal computer named Abulafia.

In Richard Zimler's international bestseller, The Last Kabbalist of Lisbon, the narrator and his spiritual mentor (his uncle) make it clear that they follow the practices of Abraham Abulafia.
See also[edit]
Jewish Messiah claimants
Bibliography[edit]
Scholem, Gershom "Abraham Abulafia and the Doctrine of Prophetic Kabbalism, ch. 4, Major Trends in Jewish Mysticism" (New York: Schocken Books, 1954).
Idel, Moshe "The Renascence of Abraham Abulafia in the Last Generation"
Idel, Moshe "Abraham Abulafia and the Prophetic Kabbalah"
Idel, Moshe "The Mystical Experience in Abraham Abulafia" (Labyrinthos, 1992).
Abulafia, Abraham "Meditations on the Divine Name"
Abulafia, Abraham The Heart of Jewish Meditation: Abraham Abulafia’s Path of the Divine Names (Hadean Press, 2013).
Wolfson, Elliot R. Abraham Abulafia—Kabbalist and Prophet: Hermeneutics, Theosophy and Theurgy. Los Angeles: Cherub Books, 2000).
Hames, Harvey J. "Like Angels on Jacob's Ladder: Abraham Abulafia, the Franciscans, and Joachimism" (Albany (NY), State University of New York Press, 2009), 189 pp. (SUNY series in Israeli Studies).
References[edit]

This article includes a list of references, related reading or external links, but its sources remain unclear because it lacks inline citations. Please improve this article by introducing more precise citations. (July 2009)

Hebrew Wikisource has original text related to this article:
Rabbi Abraham Abulafia, Sefer "Chayei ha-Olam ha-Ba", original text (Hebrew)

Wikisource has original text related to this article:
The Zohar and Later Mysticism

Jump up^ Jewish Encyclopedia, Abulafia Abraham Ben Samuel, linkhttp://www.jewishencyclopedia.com/articles/699-abulafia-abraham-ben-samuel, accessed 08/04/2013
Jump up^ Joseph Dan (2003), The Heart and the Fountain: An Anthology of Jewish Mystical Experiences, Oxford University Press, p. 10
The Complete Works of Abraham Abulafia (Hebrew)
JewishEncyclopedia.com article
Portrait of Abulafia (Archived 2009-10-24) (PDF file)
"Circles" - from Life of the World to Come

This article incorporates text from a publication now in the public domain: Jewish Encyclopedia. 1901–1906.


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SEGUNDA-FEIRA, 22 DE DEZEMBRO DE 2014

Meu compromisso nesta vida é total e estritamente Iehouah Elohim - O Absoluto Creador Criador. Judaísmo e judeus em toda sua variedade são as referências mais comuns com as quais possa me identificar e sentir vida real concreta. Por isso mesmo, assim que soube dos Judeus Por Jesus, a reação inicial foi despreza-los naturalmente e sempre nos locais de convivência ensinar que é abominável querer converter judeus e inaceitável deixar de aceita-los como autoridade - em áreas do sagrado hebraico - do jeito que são atualmente. Porém, por uns dez anos tive asco total do Novo Testamento e por 23 não me senti bem com cristãos em suas igrejas, muito menos Judeus Messiânicos. De família aparente católica não praticante, desde o 13 anos percebi um "clima" com o Antigo Testamento e uma aceitação incondicional da vida focada naquele responsável pelos atos descritos na abertura do Gênesis; Iehouah Elohim. Assim, como observador nesta condição, entendo que Judeus não são convertidos. Esta linguagem e visão não pode ser aplicada a eles, assim como também entendo que seja o Talmude culminando na Halacha seja o Novo Testamento culminando na Teologia Cristã do século 19, não podem ser usadas pelo ser humano para invalidar, desprezar ou sabotar o Antigo Testamento; este na Torah; esta em Iehouah. Não nasci ou cresci judeu, tive experiências ditas sobrenaturais favoráveis à Igreja, conheci eximiamente o Novo Testamento e tudo relacionado, li e ouvi argumentações notáveis, vi bons exemplos cristãos e tive boas amizades (mesmo com nojo da religião deles) e ainda assim vivi a total distância do Nazareno. Então, como um Judeu pode ser convertido? Pelo Espírito Santo? E os que como eu somente conseguem enxergar Iehouah com ou sem crenças? (Na visão deles não sou judeu e existe muita gente como eu.) - Judeus fazem opções, entre as quais tudo é possível, e porque não a escolha de Yeshu''a como Mashiach ou na visão clássica cristã como Cristo Deus? São situações diferentes? Vai depender de cada pessoa. Uma mente judaica - espiritual ou ideologicamente - não vai ser forçada pelo Espírito Santo a adorar alguém além daquele professado na Shema até pelo próprio Yeshu''a/Jesus. Nunca, jamais. Netser não passou a vida defendendo messianidade ou falando em termos tão diferentes da alta espiritualidade hebraica. Declarações isoladas dele não promovem posições contra judeus ou israelitas; foram e são usadas pra isso. De seus relatados apóstolos - nos escritos convencionais - só há diferença no Apóstolo Paulo, o qual respeita a estrutura existente e torna-se uma abertura de porta para os das nações. A linguagem de conversão usada no Novo Testamento para judeus não os coloca de forma alguma nos parâmetros de hoje em dia. Não se convertem de Iehouah para Yeshu''a. Ainda que aceitem o Netser como liderança, adoram somente Iehouah e se convertem de maus atos para bons atos, algo sempre solicitado pelos profetas de todos os tempos. As colocações constantes de Shaul sobre a Torah não invalidam a vivência dela da parte de judeus e lógico; isso se estende a pessoas de consciência judaica. Ainda assim, erro comum do Vaticano: palavras posteriores (e isoladas de contexto global) não podem prevalecer sobre aquelas atribuídas à sua origem. Assim como entendo que judeus fazem escolhas também compreendo que cristãos ou judeus messiânicos não são perseguidos no atual Israel. A animosidade e mesmo extrema atitude ortodoxa judaica quando ocorre atinge tudo além de si compreendido como afronta ao monoteísmo, no poder de sua ação, por séculos mesmo o que lhe é comum ou familiar. As dificuldades impostas pelos mesmos estão cada vez mais longe daquelas impostas por pretensos judeus helenistas a serviço de Roma e bem longe do comportamento do credo dominante de vários países apoiados pela Europa e Onu. Se o judeu messianico pensar de acordo mentalidade do cristianismo anti-judeu de 200 anos atrás, apenas vai atrasar seu próprio avanço sagrado na história. Claro, que a atitude dos ortodoxos não é recomendável assim como vejo desnecessária e questionável a proibição de smartphones, uso de óculos pra não enxergar as mulheres na rua, e a destruição de milhares de televisores como protesto contra programações impróprias. Sem falar do grande contigente que se atreve a querer não servir o Tsahal (prisão e revogação de direitos pra qualquer um nisso ou formas de resistência ao Estado ou teorias do Sionismo), deslegitimizar o Estado de Israel ou advogar que "só quando o Mashiach chegar" para múltiplos assuntos, a ponto de vilipendiar a Torah - pela e na qual - somente há espaço para Iehouah Elohim. No show das atitudes, o costume é judeus limitarem o Criador enquanto cristãos delimitam o Criador. Criaturas, mesmo se compreendendo como Filhos, jamais deveriam fazer isso. Mas se podem e fazem é pelo mesmo permitir e ter um objetivo também nisso. O Judaísmo Ortodoxo pode e deve ser tão bravo quanto desejar sem esquecer a Fonte e Sustentabilidade desta existência. Querem se impor ou impor monoteísmo? Seja como cada Navi o fez e como cada Grande Shofet inspirou. Jamais como os libertários ou mandatários deste mundo, pelos quais já foram chacinados múltiplas vezes, cremados em fornos e ainda enojados na maioria da Onu e Europa. Atualmente estou de boa com os mundos judeu e cristão, de boa com Yeshu''a Netser e de boa com qualquer documento hebraico ou hebreu que veio a existir após o Tanach dentro do compromisso estrito e inalienável com Iehouah Elohim. Judeus-messiânicos não são ameça pra nenhum judeu ou ao judaísmo, muito menos ao Cristianismo e desde que eles, Judeus Cristãos ou Cristãos Judeus mantenham e prosperem persperctivas sionistas, hebraicas e bíblicas, são sucesso e êxito em Israel e no mundo. Não há perdão ou misericórdia alguma para nenhuma alma antissemita, anti-judaica ou anti-sionista em nenhum aspecto e circunstância. Aqueles a serviço estrito de Iehouah Tseva'ot estarão sempre acompanhando estes eventos, pelo menos enquanto haja vida desta nossa raça humana. Não conheci os originais Judeus por Jesus, mas com certeza não podem ameaçar almas judias ou judaicas, basta ver que no Brasil tem brasileiros de sobra praticando Torah, Talmude, alguns Kabalah e sem menção de Yeshu''a, não nascidos em comunidades judaicas e quase sem ligação com judeus asquenazim ou sefaradim. Também há aqueles sobre messianidade de Netser e na esmagadora maioria se identificam e o público julgador os identificam como judeus, com ou sem status, dinheiro e características devocionais. Portanto em minha síntese, judeus fazem opções e judeus messiânicos não ameaçam ortodoxos e cristãos não são perseguidos em Israel, porém sofrem adversidades comuns ao desenvolvimento de grupos e atiudes sociais preocupantes para as lideranças submetidas à Interpretação da Halacha.