domingo, 18 de fevereiro de 2018

"Muito do que o deputado americano está tornando público agora já é discutido em Israel há meses. O general Yaakov Amidror, que foi conselheiro de segurança nacional do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, falou recentemente que o Hezbollah prepara-se para uma “terceira Guerra” do Líbano com Israel. A primeira foi em 1982 e a segunda, em 2006, com duração de 34 dias. Porém, as coisas são muito diferentes agora. O arsenal do Hezbollah, patrocinado pelo Irã, se multiplicou. Eles dizem ter cerca de 50.000 soldados, incluindo reservistas. Em setembro de 2017, um comandante do Hezbollah disse que havia mais de 10 mil soldados no sul da Síria, perto da fronteira de Israel, prontos para lutar. Os analistas estimam que com o poder de fogo atual, entre 1.500 e 2.000 foguetes seriam disparados contra Israel diariamente em uma guerra. Um grande contraste com os cerca de 130 a 180 lançados por dia durante a Segundo Guerra do Líbano. Como a maioria desses locais de lançamento são em aldeias de civis, todas as retaliações de Israel deixariam muitas vítimas, contribuindo para que a opinião mundial ficasse contra o Estado judeu, de modo semelhante ao que aconteceu na última guerra com Gaza, em 2014."



» Israel
17/02/2018 - 20:00
“Maior base militar do mundo” foi montada para atacar Israel, aponta relatório
Irã e Hezbollah teriam 250 mil foguetes na Síria e no Líbano apontados para o Estado judeu

por Jarbas Aragão

"Maior base militar do mundo" foi montada para atacar Israel

Não é novidade que Irã e Hezbollah – grupo terrorista libanês financiado por Teerã – possuem foguetes apontados para Israel e repetem suas ameaças de tempos em tempos contribuindo para um clima de tensão constante no Oriente Médio.

Porém, um relatório de inteligência dos EUA, trazido à tona pelo deputado republicano Mike Gallagher confirma as ameaças. Aliado de Trump, Gallagher faz parte do Comitê de Serviços Armados do Congresso americano. Possui uma larga experiência na área de inteligência, tendo servido por sete anos como marine no Oriente Médio e no Norte da África.

“Os territórios que o Irã e o Hezbollah controlam no Líbano e na Síria formam a maior base militar do mundo no momento”, explicou o deputado em uma entrevista de rádio esta semana.


Disse também não ter dúvida que o maior perigo no Oriente Médio nos últimos seis anos foi o fortalecimento do eixo iraniano-russo. “Essa rede de ameaças avançou em todo o Oriente Médio. No território libanês, o Hezbollah transformou centenas de aldeias em fortalezas militares, preparando ‘escudos humanos’ que se tornarão vítimas caso Israel revide”, explica.

O político diz não acreditar que tanto armamento é para fins defensivos. “Eles possuem 180 mil foguetes e mísseis espalhados por todo o Líbano e 70 mil foguetes na Síria, tendo transformado a região fronteiriça [com Israel] efetivamente em uma base militar. São 250 mil foguetes ao todo, a grande maioria escondidos em áreas civis”, denuncia.


Ele lamenta que provavelmente muito desses mísseis foram adquiridos com o dinheiro dado ao Irã como parte do “acordo nuclear” assinado pelo ex-presidente Barack Obama.

“Acho que não estamos calculando adequadamente o custo desse conflito. Acredito que os israelenses não enfrentam uma ameaça como esta desde 1973, talvez seja a maior de sua história”, insiste. Gallagher acredita que o mundo deveria olhar para o que ocorre na Síria além da guerra civil.

Faz também um pedido: “Olhemos para as Colinas de Golã, considerando que o Hezbollah está tentando reivindicar esse território e usá-lo como ponto de acesso para um futuro ataque contra Israel por terra”.

O Hezbollah afirmou que a derrubada do caça F-16 na semana passada marcou o início de uma “nova fase estratégica” que impediria novos avanços israelenses sobre o espaço aéreo sírio. Obviamente a situação ali é complexa, com o governo de Assad tendo controle basicamente apenas na região de Damasco.


Parte do território da Síria é controlado pela Rússia, parte pelos iranianos, enquanto os Estados Unidos ainda retém posições e os curdos dominando a região na fronteira com o Iraque. Em meio a isso tudo, vários grupos extremistas ainda lutam e o exército da Turquia agora está tentando fincar sua bandeira, invadindo a região de Afrin.

Esse último acontecimento trouxe mais tensão à região, pois está prestes a contrapor os EUA – que apoiam os curdos – com as forças de Erdogan, que tratam a todos como seus inimigos. “Não podemos permitir que o eixo iraniano-russo se transforme em um eixo iraniano-russo-turco. Isso seria um desastre absoluto para nós”, ressaltou Gallagher.

Ele defende que haja um esforço internacional para impedir que o Irã estabeleça um corredor terrestre que ligue Teerã com Damasco, passando por Bagdá. “Neste momento eles lutam para consolidar essa trilha por terra. Acredito que devemos limitar com urgência todos os avanços do Irã e seus aliados na região”, encerra.

Muito do que o deputado americano está tornando público agora já é discutido em Israel há meses. O general Yaakov Amidror, que foi conselheiro de segurança nacional do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, falou recentemente que o Hezbollah prepara-se para uma “terceira Guerra” do Líbano com Israel. A primeira foi em 1982 e a segunda, em 2006, com duração de 34 dias.

Porém, as coisas são muito diferentes agora. O arsenal do Hezbollah, patrocinado pelo Irã, se multiplicou. Eles dizem ter cerca de 50.000 soldados, incluindo reservistas. Em setembro de 2017, um comandante do Hezbollah disse que havia mais de 10 mil soldados no sul da Síria, perto da fronteira de Israel, prontos para lutar.

Os analistas estimam que com o poder de fogo atual, entre 1.500 e 2.000 foguetes seriam disparados contra Israel diariamente em uma guerra. Um grande contraste com os cerca de 130 a 180 lançados por dia durante a Segundo Guerra do Líbano.

Como a maioria desses locais de lançamento são em aldeias de civis, todas as retaliações de Israel deixariam muitas vítimas, contribuindo para que a opinião mundial ficasse contra o Estado judeu, de modo semelhante ao que aconteceu na última guerra com Gaza, em 2014.

Além disso, os terroristas libaneses construíram uma grande rede de túneis na região da fronteira, onde podem ser escondidos misseis e servir como rota para uma invasão do território israelense. Com informações de God Reports e Jerusalém Post












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sábado, 17 de fevereiro de 2018

O escritório de informação do exército israelense confirmou que "aviões da Força Aérea de Israel atacaram alvos militares específicos da organização terrorista Hamas". "Em um ataque de grande escala, alguns lugares de terror foram atacados, entre eles um túnel ofensivo construído pelo Hamas no bairro de Zaitun para o território israelense, um centro militar na região de Deir al Balah da organização terrorista Hamas que incluía lugares de produção de armas e um centro militar em Khan Yunis, no qual várias estruturas foram atacadas", explicou o exército na nota.


UOLNotícias

Israel responde a explosão que atingiu soldados com bombardeios em Gaza

17/02/2018 - 20h55

Cidade de Gaza, 17 fev (EFE).- O exército de Israel realizou ataques contra a Faixa de Gaza neste sábado, ferindo dois palestinos, em resposta a uma explosão na fronteira durante a passagem de uma patrulha de soldados, que feriu quatro deles.

Um porta-voz do Hamas confirmou para a Agência Efe que o exército de Israel realizou seis bombardeios aéreos e três disparos de tanques, um deles contra um posto de observação militar próximo da fronteira.



Fontes de segurança do movimento palestino, que pediram anonimato, acrescentaram que Israel utilizou um tanque para realizar um bombardeio contra um grupo de seis pessoas ao leste de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, o que provocou ferimentos graves em duas delas e leves em uma terceira, enquanto as outras três estão desaparecidas.

O porta-voz do Ministério da Saúde na Faixa de Gaza, Ashraf al Qedra, confirmou que duas pessoas foram feridas e estão recebendo atendimento médico.

Por enquanto, não há informação se os feridos são milicianos ou civis.

Nos bombardeios aéreos, o Hamas afirmou que não houve feridos, mas que ocorreram graves danos em casas particulares de moradores civis, apesar de Israel alegar que os alvos bombardeados eram militares.

"O Hamas culpa a ocupação israelense da escalda na Faixa de Gaza", disse Hazem Qasim, porta-voz do movimento.

O escritório de informação do exército israelense confirmou que "aviões da Força Aérea de Israel atacaram alvos militares específicos da organização terrorista Hamas".

"Em um ataque de grande escala, alguns lugares de terror foram atacados, entre eles um túnel ofensivo construído pelo Hamas no bairro de Zaitun para o território israelense, um centro militar na região de Deir al Balah da organização terrorista Hamas que incluía lugares de produção de armas e um centro militar em Khan Yunis, no qual várias estruturas foram atacadas", explicou o exército na nota.

As forças armadas israelenses garantiram também que detectaram na tarde de hoje um lançamento de foguete a partir de Gaza, que fez soar os alarmes antiaéreos na região de Shaar HaNegev.

Durante a tarde, quatro soldados israelenses ficaram feridos depois que um explosivo situado perto da cerca fronteiriça foi detonado durante a passagem de uma patrulha israelense e a situação de dois deles é considerada grave.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, advertiu na Alemanha que seu país "responderá de acordo".

A violência de hoje acontece em meio a alertas sobre o aumento da tensão em Gaza que, segundo especialistas, poderia levar a um novo conflito armado entre Israel e Hamas.

Na semana passada, o chefe do Estado-Maior do Exército israelense, Gadi Eisenkot, advertiu ao Executivo que Israel poderia enfrentar de forma iminente outra guerra com o Hamas pela deterioração das condições econômicas e humanitárias na Faixa de Gaza. 

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